Exposição dos alunos no Memorial da América Latina: “Colores, Sabores y Ritmos”.

Entre os dias 24 de outubro e 4 de novembro, permaneceu no Memorial da América Latina a exposição de fotos Colores, Sabores y Ritmos: la poesia de los sentidos captada por jóvenes fotógrafos. A exposição apresentou 40 fotos de alunos do 8º ano do Colégio, selecionadas entre todas as turmas.

A parceria entre os departamentos de Artes e Espanhol e o Memorial começou em 2008 e o projeto já está em sua 8ª edição.

Pais e alunos prestigiam a exposição no Memorial da América Latina.

Pais e alunos prestigiam a exposição no Memorial da América Latina.

As turmas de 8º ano começaram a trabalhar no projeto no segundo bimestre do ano, lendo textos de autores de língua hispânica como Frederico Garcia Lorca, Gabriel Garcia Marquez, Gabriela Mistral, José Martí, Laura Esquivel, Pablo Neruda, Ruben Dario e Sór Juana Inés de la Cruz. Após trabalhar a compreensão dos textos nas aulas de Espanhol, os alunos produziram fotografias neles inspiradas, usando exercícios de criatividade nas aulas de Artes. O resultado abrange diversos tipos de fotografias, de imagens emotivas, familiares e pessoais; até imagens abstratas de uma leveza incomum para a idade dos fotógrafos.

As fotos dos alunos foram selecionadas pelos professores das duas disciplinas entre os meses de agosto e setembro, e a exposição foi montada para ser aberta no dia 24 de outubro. O ponto alto do projeto é a noite de abertura da exposição. Com as fotos já expostas na Biblioteca Victor Civita, no Memorial da América Latina, a exposição conta com um coquetel de abertura e entrega de certificados para os alunos selecionados. Nesse ano, o coquetel ficou a cargo da Lex’Rock Bakery, e a abertura teve a participação dos músicos do grupo Soprando Cordas.

Professores encabeçam a entrega dos certificados aos alunos no Memorial da América Latina.

Alunos recebem o certificado referente à participação na exposição.

 

20161024_191459

Coquetel de abertura produzido pela Lex’Rock Bakery.

Minibrownies para adoçar…

 

Um dos quitutes temáticos do coquetel: chips de banana da terra com agliatta.

Além do aprendizado nas duas matérias, o objetivo do evento é oferecer aos alunos uma experiência mais próxima à de uma exposição profissional, proporcionando um contato diferente com uma importante instituição cultural e valorizando o trabalho dos alunos ao levá-lo para além do espaço do Colégio.

A equipe da Biblioteca Victor Civita e do Memorial, por meio do trabalho de Fernando Gamba, tem acolhido o projeto com gosto desde seu início, sendo o Bandeirantes o único colégio que desenvolve esse projeto no Memorial. Pais e alunos reconhecem esta como uma experiência única, um privilégio do Band.

_dsc0071 _dsc0072

Oficina de Fotografia tem corpo e liberdade como tema

Os alunos aprovados no processo seletivo da Oficina de Fotografia tiveram a oportunidade de discutir a respeito da adolescência por meio de imagens. A Oficina tem duração de um ano e, em sua sexta edição, o tema central explorado pelos alunos foi “Meu Corpo, Minhas Regras”. O projeto busca cultivar o desenvolvimento de relações mais respeitosas e, dessa forma, aprimorar o clima escolar.

fotografia4

 

Os jovens são desafiados a produzirem imagens em diferentes situações, atuando ora como modelo, ora como fotógrafo. Além do psicodrama, ocorrem atividades tais como leitura de poesias, montagem de mini estúdios, grupos focais e trabalhos com artes plásticas.

fotografia2

 

A partir de um estudo dos aspectos de um editorial e técnicas relacionadas a fotografias de moda, os estudantes produziram seus próprios editoriais de moda. Ademais, ao final deste projeto, os integrantes foram certificados como jovens fotógrafos.

fotografia3

Ao final do ano, cada um dos grupos de alunos expôs seu editorial em uma passarela-palco de 30 metros de comprimento. Pais e até alunos de outras escolas vieram ao Bandeirantes para esta apresentação.

fotografia6

“Acredito que Oficina cumpre seu papel de auxiliar os estudantes na reavaliação do papel do adolescente na contemporaneidade. Além disso, buscamos desenvolver um olhar para o universo imagético que faz o adolescente repensar posturas assumidas frente a assuntos tratados polêmicos. Por fim, vale ressaltar que a realização da Oficina foi pauta do Congresso de Psicodrama de 2016 ”, finalizou o coordenador Waldir Hernandes.

Roger Ballen no Museu de Arte Contemporânea da USP

É crucial para a minha estética que minhas iRoger-Ballenmagens existam na realidade ambígua; um lugar que não é definido nem por documentação nem por fantasia.– Roger Ballen

Em sua primeira exposição individual na América Latina, “Roger Ballen: transfigurações, fotografias 1968-2012″ chega a São Paulo depois de ter passado pelo Rio de Janeiro e por Curitiba. A mostra cobre grande parte da produção fotográfica do artista e tem como objetivo divulgar seu trabalho que é pouco conhecido por nós. Nascido em Nova York em 1950, mudou-se para a África do Sul, local que ficou por mais de 30 anos. Geólogo de formação, dedicou-se a fotografia impactado pela cultura local.
As fotografias de caráter restrospectivo de Ballen investigam a condição humana, funcionando tanto como um caderno de anotações rápidas, quanto para construções ballenelaboradas. Diferente do preto e branco sutil das fotografias clássicas, suas imagens contém uma peculiar aspereza, não havendo concessões de ordem estética ou sentimental.

Em uma jornada atemporal e paradoxalmente contemporânea, Ballen aborda diferentes temas como a natureza, a cultuballen3ra, o corpo, a animalidade e a loucura.

28 MAR 2015 – 27 SET 2015

Entrada Gratuita
MAC USP Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, 1301 – São Paulo-SP, Brasil
Horário de funcionamento:
Terça das 10 às 21; Quarta a domingo, 10 às 18 horas
Segundas: fechado

Vivendo do Mar – Durvile Cavalcanti no MIS

A série Vivendo do Mar, de Durvile
Cavalcanti, será exibida a partir do dia 11 de junho na terceira mostra do projeto Nova Fotografia 2015.

A mostra retrata a costa brasileira e seus pequenos vilarejos de pescadores, evidenciando o cenário da prática artesanal da pesca que, cada vez mais, vem se tornando rara por conta da pesca industrial e degradação ambiental.

As fotografias trazem a oportunidade de um respiro, uma quebra do mundo tecnológico que estamos imersos. Um silêncio que pequenos redutos de pescadores ainda guardam junto de uma cultura imemorial, apenas percebendo os lugares e nos sensibilizando com eles.

Durvile Cavalcanti nasceu no Amapá e é formado em arquitetura e design gráfico pela Belas Artes de São Paulo e é um fotógrafo autoditada. Já expôs trabalhos em diversas galerias, conquistando prêmios como o da Mostra de Arte no British Council (SP).

O festival Nova Fotografia é um projeto anual do MIS criado em 2011. Busca criar um espaço permanente para exposição de fotografias de artistas promissores que se distinguem pela qualidade e inovação do seu trabalho. A cada ano, seis séries de imagens são escolhidas por meio de convocatória e expostas no Museu.

HORÁRIOS e LOCALvivendo-do-mar-2-de-durvile-cavalcanti

12/06 a 26/06/15 – entrada gratúita
TERÇAS a SÁBADOS das 12h às 20h
DOMINGOS e FERIADOS das 11h às 19h
Classificação: livre
Espaço Nicho
MIS – Av. Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo – (11) 55 2117-4777

Maio Fotografia no MIS

banner_maio

Em sua 4ª edição, a Maio Fotografia ocupa pelo 4º ano consecutivo todos os espaços no MIS (Museu da Imagem e do Som) com uma programação mensal que engloba quatro exposições principais, além de duas mostras e uma instalação interativa relacionados ao mundo da fotografia.

A ideia que permeia a curadoria geral da edição deste ano é a seguinte: “Se a linguagem fotográfica está cada vez mais aberta a novos olhares, a partir dos mais variados tipos de dispositivos − que vão de câmeras profissionais com lentes especiais a celulares com suas imagens em baixa resolução −, e percorre temas igualmente diversificados, é bastante apropriado que este mês voltado a sua exibição, discussão e reflexão abra ao público um leque de possibilidades de fruição“. Fonte: http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&op=programacao_interna&id_event=1849

Apresentam-se nesta edição as exposições: O mundo revelado de Vivian Maier (curadoria de Anne Morin); Lambe-lambe: os fotógrafos de rua na São Paulo dos anos 70, elaborada a partir do acervo do MIS (curadoria de Isabella Lenzi); Perto do rio tenho sete anos, do fotógrafo baiano André Gardenberg (curadoria de Diógenes Moura, Rastros 1 (Traces1) do holandês brasileiro radicado em Paris Roberto Frankenberg, entre outras.

Complementa a programação o IV Encontro Pensamento e Reflexão na Fotografia, que visa estreitar os distintos campos de atuação do fazer fotográfico e promover cada vez mais o entendimento sobre a fotografia inserida em debates de conteúdo informativo e reflexivo. O evento acontece entre os dias 28 e 31 de maio, com uma programação composta por sessões de discussão, entrevistas e relatos autorais, além de workshops e apresentações de artigos inscritos por meio de convocatória.

HORÁRIOS e LOCAL

21/04 a 14/06/15 – R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)
TERÇAS a SÁBADOS das 12h às 20h
DOMINGOS e FERIADOS das 11h às 19h
Classificação: livre
Espaços variados
MIS – Av. Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo – (11) 55 2117-4777

Cristiano Mascaro e a série Bom Retiro e Luz

Com curadoria de Pedro Nery, a Pinacoteca apresenta a exposição Cristiano Mascaro e a série Bom Retiro e Luz. A mostra reúne 47 fotos em preto e branco realizadas nos anos 70 no bairro do Bom Retiro, onde a Pinacoteca está localizada.
A série fotográfica pode ser entendida como memória institucional do bairro, ao mesmo tempo que apresenta a visão fotográfica de Cristiano Mascaro no início de sua carreira artística. As imagens são marcadas por alto contraste, instantâneos e composição geométrica que remetem à pesquisa sobre linguagem e a tradição do fotojornalismo.

cristiano-mascaro-estacao-da-luz-1998

 

Ao observar as fotos é possível perceber a capacidade de Mascaro de explorar com um olhar contemplativo um dos bairros mais antigos e plurais da cidade de São Paulo, junto da vida corriqueira e a paisagem humana diversa presente até hoje no bairro.

Captura-de-Tela-2015-01-29-às-22.22.15

Cristiano Mascaro nasceu em Catanduva em 1944. É formado em arquitetura pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP), iniciando sua carreira fotográfica em 1968 quando foi convidado para fazer parte da primeira equipe da revista Veja. Na sua carreira passou pela Enfoco Escola de Fotografia, Laboratório de Recursos Áudio-Visuais da FAU/USP e a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos.

 

 

HORÁRIOS E LOCAL

29/09/2014 a 19/04/2015 – R$ 6,00, sendo R$ 3,00 reais a meia-entrada para estudantes com carteirinha. Menores de 10 anos e maiores de 60 são isentos de pagamento.

QUINTAS, SÁBADOS E DOMINGOS – ENTRADA GRATÚITA.

TERÇA A DOMINGO –  das 10h às 17h30, com permanência até as 18h.

QUINTAS – O museu fica aberto até às 21h30, com permanência até as 22h.

Pinacoteca do Estado de São Paulo

Praça da Luz, 2  – 11 3324-1000 | Lg. General Osório, 66 – 11 3335-4990

Link: http://www.pinacoteca.org.br/pinacoteca-pt/default.aspx?c=exposicoes&idexp=1247&mn=537&friendly=Exposicao-Cristiano-Mascaro-e-a-serie-Bom-Retiro-e-Luz

Jessica Lange: fotógrafa

6.Jessica Lange_MIS

O MIS apresenta a exposição Jessica Lange: fotógrafa. Em 1967 Jessica Lange foi contemplada com uma bolsa de estudos da Universidade de Minnesota para estudar fotografia, mas as vicissitudes da vida de estudante a levaram para a Espanha e Paris, onde ela decidiu estudar artes cênicas e deixou a fotografia de lado. Foi então que embarcou na carreira de atriz, atuando em filmes emblemáticos e ganhou duas vezes o Oscar de melhor atriz, por seus papéis em Tootsie, em 1983, e outro por Céu Azul, em 1995.

2.Jessica Lange_MIS

Só mais tarde, no início dos anos noventa, quando Sam Shepard, a presenteou com uma Leica M6, Jessica assumiu suas façanhas fotográficas novamente. As imagens foram capturadas em suas viagens e andanças – sua lente percorreu países como EUA, França, Finlândia e Itália, embora ela tenha uma queda especial pelo México, como ela mesma diz “por suas luzes e noites maravilhosas”.

1_Jessica Lange_MIS

Coisas que eu vejo e México

Originalmente intitulada Unseen, a exposição é composta por 135 fotografias e 12 folhas de contato que dão conta de uma sensibilidade aguda e de uma mestria técnica excepcional de Jessica Lange. A coleção, formada por imagens feitas nos últimos 20 anos, é organizada em duas séries: Coisas que eu vejo e México.
México conta ainda com uma sub-série: Os cinco dias sem nome, Chiapas. Estas fotos foram feitas em 2012 nos vilarejos de Tenejape e San Juan Chamula, no estado de Chiapas. As imagens retratam o Carnaval, que é provavelmente a celebração mais importante de Chiapas e tem duração de 13 dias. O festival celebra os cinco dias perdidos do calendário maia. Os cinco dias sem nome, quando acreditam que o mundo vira de ponta cabeça. Acredita-se que seja um período desafortunado, ou até perigoso. As imagens, todas em P&B, retratam a preparação para o festival: homens se vestem de mulher, pessoas maquiadas, com suas fantasias rebuscadas, disfarçam-se de macacos, lobos e outros animais.
3.Jessica Lange_MIS
SERVIÇO
exposição / fotografia
11fev a 05abr2015
terças a sextas, das 12h às 21h; sábados, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 11h às 20hexposições 1º andarR$ 6 (inteira) R$ 3 (meia)
O Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS – fica localizado na Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo – SP, Brasil. CEP 01449-000.Telefone: 55 11 2117 4777
Confira a programação completa no site: