Professores visitam Bienal de Veneza

O Coordenador de Artes, Filosofia e Sociologia, João Régis Lima, e o professor de Artes, Pedro Leão, foram à 56.a edição da Bienal de Veneza, enviados pelo Bandeirantes. O evento é considerado o maior, mais antigo e mais importante, dentre as Bienais de Arte do Mundo e completou 120 anos em 2015.

Professores Pedro e Régis

A exposição era dividida em temas como “O jardim do Caos”, “Ao vivo: em Duração Épica” e “Lendo o Capital”, que traziam questões muito atuais da sociedade sob a ótica da arte. “A Bienal de Veneza é uma grande vitrine da produção artística contemporânea. Estar no evento é estar em contato com o que há de mais representativo surgindo agora”, contou Régis.

Dentre as obras expostas, uma que chamou a atenção dos dois professores foi a Rêvolution, no pavilhão francês. A instalação consistia em árvores acopladas a um sistema da rodas, que se moviam de acordo com a luz do local e o fluxo de seiva da planta. Além disso, o fluxo de seiva também compunha uma produção de som no pavilhão. “Esse projeto é muito interessante porque tem todo o espírito do STEAM e mostra muito bem como uma obra pode ter um caráter científico e poético”, declarou o Coordenador. “É a junção da estética com tecnologia, razão e subjetividade”, completou Pedro.

Para os professores, a presença na Bienal se faz importante em diversos aspectos, como por exemplo, a atualização do currículo de Artes. “Essas exposições nos fazem pensar em como ensinar Artes para além do conteúdo, chama para o desafio de ir para o lado da produção”, afirmou o professor.

Além disso, a Bienal traz assuntos que podem ser debatidos em outras disciplinas, como explica o Coordenador Régis: “Muitas obras que estavam na Bienal poderão ser utilizadas como provocação para levantar discussões no curso de Filosofia e de Sociologia, porque a arte também reflete questões políticas e sociais”.

Vídeo dos Alunos – Makulelê Miranda: O Homem que Enfrentou o Fascismo

A equipe formada pelo Arthur Miranda, Augusto Gonzales Leite, Diego “Di” Hajjar, Marcelo de Assis Lustosa, Matheus Almeida, Raphael Palumbo e Vitor Souza Amin teve problemas e soluções em igual grandeza. Para produzir seu ambicioso vídeo “Makulele Miranda – O homem que enfrentou o Fascismo”, o grupo mobilizou uma equipe ainda maior na produção, contando com a ajuda de alunos de outros grupos da sala e até de outras salas. A equipe de produção contava com cerca de vinte pessoas, incluindo até um colega que já havia saído do Colégio.

O filme tem um gosto de “prequel” muito mais bem produzido do filme de primeiro semestre de alguns dos integrantes do grupo. Conta a história de um rico comerciante de diamantes mestiço, tentando sobreviver à política racial do Fascismo de Mussolini. A produção demonstra que eles aprenderam a olhar para o próprio trabalho com muito mais seriedade, marcando a evolução no senso crítico e estético dos alunos.

O valor do filme está em todo o trabalho de pré-produção da equipe, que garimpou figurinos, negociou o uso de cenários e encontrou objetos de cena fundamentais para os momentos mais tensos e necessários do roteiro. Esse grupo levou a sério MESMO essa fase do projeto.

E apesar do trabalho todo, correndo contra o tempo, um problema técnico fez com que eles perdessem toda uma primeira versão da edição. O grupo entrou em contato com o professor, e mesmo sem poder participar da exibição para a turma no final do bimestre, virou noites para refazer a edição e entregar o trabalho, demonstrando verdadeiro comprometimento e paixão pela criação deles. Tanta paixão, que o vídeo estoura o limite de 5 minutos imposto aos alunos sem que os integrantes se importem com as consequências: eles preferiram o deleite de ter a obra completa (todos os 15 minutos dela), sem perder as cenas de impacto.

Eu consegui acompanhar parte do processo de trabalho através do grupo de Facebook que os alunos montaram, e no qual incluíram todos os professores. A experiência foi riquíssima, e me deu várias ideias para outros anos. Terminado o ano, os alunos foram para sua viagem de formatura, e voltaram postando no grupo do Face sobre a vontade de produzir uma continuação ambientada na Guerra Fria, e postando todas aquelas deliciosas ideias de brainstorming inicial para esse novo projeto.

Vídeo dos Alunos – Amélia

“Amélia” foi produzido pela equipe da Adriana Hall, Fernanda Toledo, João Fernando Ferreira, Maísa Rachman, Rafaela Livoratti e Richard Jin. O filme chamou bastante atenção não só pela qualidade da produção, mas também pelo tema forte e relevante para a faixa etária deles, tratado com a seriedade devida de um grupo que resolveu peitar o desafio de produzir um drama.

A história apresenta Amélia, uma garota frágil que é vista já na primeira cena tomando remédios. Convidada para uma HP na casa das garotas populares, Amélia aceita tudo o que lhe oferecem na festa, seduzida pela possibilidade de estreitar laços de amizade com as outras meninas. Caindo inconsciente pelo abuso de substâncias, ela acorda no dia seguinte desnorteada e com uma surpresa incrivelmente desagradável que vai lhe custar mais do que ela imaginava.

A produção foi séria e primorosa! Da escolha perfeita dos atores a atrizes para os papéis, passando pelo uso cuidadoso de figurino e objetos de cena, a edição de imagens mostrando a vista embriagada de Amélia, até a ótima escolha e edição das músicas. Destaque para a cena em que Amélia espera por dias por um contato das meninas da festa, ao som da música “Vampire’s Kiss” do John Gold. A letra da música merece ser pesquisada, porque cai como uma luva com os sentimentos evocados pela cena. Outro momento ótimo do filme é a chegada de Amélia em casa, para ser confrontada pelo pai furioso, interpretado pelo próprio pai da atriz Rafaela Livoratti (ao som de “Creep”, do Radiohead, ótima escolha para uma cena de inocência perdida). Imagine como deve ter sido importante a experiência de produzir essa cena!

Pode-se argumentar que “Amélia” é um filme de alerta para o uso de drogas. Ou talvez que levanta o mesmo alarme relativamente conservador que tem aparecido por aí sobre as HPs. Porém, mais do que isso, eu acho que ele é um alerta maior sobre pressão de grupo. Sobre a ingenuidade de acreditar que amizade (e principalmente respeito) podem ser conquistados por esses meios. O resto que é retratado no filme aparece mais como consequência nefasta disso.

Uma produção que merece ser vista, e que chamou a atenção até da turma de CPG do Colégio.

Vídeo dos Alunos – Arabella

Eu queria começa a postar os vídeos do semestre com o “Arabella” da Julia Leitner, Laura Guaratini, Mariana Boger, Mariana Shizue e Sofia Salles . A equipe, composta por integrantes que são muito interessadas em cinema, trabalhou muito bem para montar uma espécie de videoclipe duplo de músicas da cantora americana Melanie Martinez. A primeira metade do vídeo é fortemente influenciada pela música “Dollhouse”, pegando até alguns dos elementos do videoclipe oficial, mas agregando vários toques de autoria das meninas. A segunda metade, baseada na música “Dead to Me” que ainda não tem clipe, foi inteira de criação das meninas.

O vídeo conta sobre esta revolta de uma boneca em um quarto de menina, e como ela vai assassinando uma a uma das garotas que vem brincar na “tea party”, até transformar a última delas em boneca também.

Há na escolha das músicas e nos gestos de agressão executados pelas meninas (os de autoria delas e não inspirados pelo clipe oficial), uma expressão muito forte de adolescência. De quem cansou de ser vista como menininha, bonequinha perfeita, e quer romper com esse rótulo. E isso é maravilhoso de se ver em um vídeo de 9º ano, porque isso é a expressão pessoal delas. Enquanto a maioria dos grupos fez vídeos tímidos e “seguros”, temendo se expor para os colegas, elas foram MUITO corajosas ao usar um exercício de colégio para botar pra fora algo sensível assim. E vejam bem: essa coragem encontra ressonância nos outros adolescentes que assistem ao vídeo. Eles se identificam com isso, enquanto dão de ombros e esquecem os vídeos “seguros”. É o que torna o vídeo tão popular (ele rendeu às meninas o maior número de curtidas no fórum onde os vídeos foram postados).

Quanto à agressividade do vídeo, não se preocupem: é uma “revolta saudável” e não há violência real aqui. As atrizes trataram as cenas dos assassinatos com um cuidado até excessivo, para que ninguém se ferisse de fato. É aqui que eu gostaria de ter estado ao lado delas nas gravações, para dar às cenas a agressividade necessária sem machucar ninguém.

A produção muito bem feita contou inclusive com rascunhos nos sketchbooks sobre maquiagem e cabelo das personagens, e rascunhos da estética geral que elas pretendiam ter no vídeo.

Na minha opinião, foi uma das melhores produções do semestre, entre as minhas turmas (não pude ver ainda os vídeos das turmas que não têm aula comigo).

Arte em coletivo

Alunos do 7.o ano, sob a mentoria do professor de artes, Pedro Leão realizaram uma intervenção artística no Colégio durante o horário de aula. Com a proposta de realizar uma atividade baseada no coletivo, os estudantes do 7E fizeram uma caminhada pelo Band.

IMG_7948 A ação fez parte de um projeto trabalhado em todos os 7.os sobre comunidades indígenas e a vivência em coletividade. Os alunos tinham, então, que pensar e executar uma atividade que focasse no coletivo que, no caso, era a sala de aula. Diante de tal proposta, Mariana Harada, do 7.o E sugeriu a realização de uma festa e um desfile da sala. “Eu achei uma ideia muito interessante e a classe gostou muito, então a gente decidiu fazer”, contou Leão.

IMG_7946Assim, no dia em que seria a avaliação dos projetos, a sala se reuniu no HUB para uma festa em que cada aluno trouxe uma contribuição e depois organizaram a saída, todos juntos. Com os rostos pintados e com um som baixo (para também não incomodar os outros estudantes que estavam em aula), a turma circulou pelo pátio e salas do Colégio. Coordenados pelo professor, em alguns momentos eles paravam e gritavam “7E” e continuavam caminhando.
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“A gente gostou bastante do resultado, apesar de ter criado uma dificuldade para planejar, já que foi na aula que seria de avaliação”, afirmou Pedro. “ É bom para eles perceberem que, se eles tiverem uma boa ideia, bem desenvolvida e apresentada como projeto, eu, professor, tenho capacidade de modificar a minha aula para encaixar o plano deles”, completou.

Maio Fotografia no MIS

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Em sua 4ª edição, a Maio Fotografia ocupa pelo 4º ano consecutivo todos os espaços no MIS (Museu da Imagem e do Som) com uma programação mensal que engloba quatro exposições principais, além de duas mostras e uma instalação interativa relacionados ao mundo da fotografia.

A ideia que permeia a curadoria geral da edição deste ano é a seguinte: “Se a linguagem fotográfica está cada vez mais aberta a novos olhares, a partir dos mais variados tipos de dispositivos − que vão de câmeras profissionais com lentes especiais a celulares com suas imagens em baixa resolução −, e percorre temas igualmente diversificados, é bastante apropriado que este mês voltado a sua exibição, discussão e reflexão abra ao público um leque de possibilidades de fruição“. Fonte: http://www.mis-sp.org.br/icox/icox.php?mdl=mis&op=programacao_interna&id_event=1849

Apresentam-se nesta edição as exposições: O mundo revelado de Vivian Maier (curadoria de Anne Morin); Lambe-lambe: os fotógrafos de rua na São Paulo dos anos 70, elaborada a partir do acervo do MIS (curadoria de Isabella Lenzi); Perto do rio tenho sete anos, do fotógrafo baiano André Gardenberg (curadoria de Diógenes Moura, Rastros 1 (Traces1) do holandês brasileiro radicado em Paris Roberto Frankenberg, entre outras.

Complementa a programação o IV Encontro Pensamento e Reflexão na Fotografia, que visa estreitar os distintos campos de atuação do fazer fotográfico e promover cada vez mais o entendimento sobre a fotografia inserida em debates de conteúdo informativo e reflexivo. O evento acontece entre os dias 28 e 31 de maio, com uma programação composta por sessões de discussão, entrevistas e relatos autorais, além de workshops e apresentações de artigos inscritos por meio de convocatória.

HORÁRIOS e LOCAL

21/04 a 14/06/15 – R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)
TERÇAS a SÁBADOS das 12h às 20h
DOMINGOS e FERIADOS das 11h às 19h
Classificação: livre
Espaços variados
MIS – Av. Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo – (11) 55 2117-4777

Cor e Estrutura – Pinturas, desenhos e colagens de Renata Tassinari

Até domingo 29/03, O Instituto Tomie Ohtake, com curadoria de Tassia Palhares, reúne cerca de 50 trabalhos de Renata Tassinari datados desde meados dos anos 80 até 2013. As obras apresentam a trajetória da artista paulista com procedimento de colagem como fio condutor na formação de sua poética.

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Seguindo a característica da pintura da geração de 80, no início de sua carreira, Renata misturava elementos figurativos à gestualidade. Ao abandonar estes elementos a artista deu lugar a uma ampla pesquisa de cor, sendo até hoje marca de seus trabalhos. Utiliza elementos na superfície da tela, como lixas, madeiras, borracha, papelão e chumbo para a criação de diversas relações entre a cor e o suporte.

HORÁRIOS E LOCAL

06/02/2015 a 29/03/2015 – Entrada gratuita

TERÇA A DOMINGO das 11h às 20h.

Instituto Tomie Ohtake –  Avenida Faria Lima, 201

Link: http://www.institutotomieohtake.org.br/programacao/exposicoes/cor-e-estrutura/

Mural do pátio está de cara nova

Dando início a 2015 com novo visual, o mural do pátio do Colégio foi repintado por alunos e professores de Artes. Durante todo o ano de 2014, o professor de Artes Pedro Leão e alunos voluntários das 1.as e 2.as séries participantes do curso de pintura trabalharam intensivamente no projeto.

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Com apoio da Direção para a repintura, os estudantes e professores dividiram o projeto em duas partes: uma no primeiro semestre de 2014 e outra no segundo.

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Como inspiração, o grupo buscou referências artísticas que se relacionavam com a questão da identidade dos alunos.

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Entre elas, estavam os grupos britânicos Pink Floyd e The Beatles, que no mural tiveram seus álbuns “Another Brick In The Wall” e “Abbey Road” resignificados.

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“O processo foi bem orgânico porque as decisões e ações aconteciam naturalmente”, contou Pedro Leão. “Todos os alunos participaram ativamente e, mesmo nas férias de julho, me perguntavam se poderiam ajudar de alguma forma”, completou.

Confira a galeria de imagens clicando aqui.

Aula de Inglês com toque de Artes

Valorizando o conhecimento como um elemento único e indivisível, os alunos das 2.as séries de Humanas tiveram uma aula com base na interdisciplinaridade entre Língua Inglesa e Artes. A professora de Inglês Sandra Braid  extrapolou a já conhecida aula teórica com base na histórias de pintores  – este ano os alunos partiram para a prática.

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Com a ajuda do professor Pedro Leão, de Artes, os estudantes se aprofundaram na história do pintor Van Gogh, além de obras inspiradas por ele.

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A música “Starry, Starry Night” de Don McLean, por exemplo, homenageia a obra Noite Estrelada do pintor neerlandês. Em um segundo momento,  puderam expressar a sua percepção das obras vistas por meio da pintura.

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“Exploramos diversas técnicas de forma muito rápida e despojada – nos revezamos entre as quatro estações”, contou o professor Pedro. A aluna Amanda Sanches acha extremamente necessária encontros desse tipo. “Foi um momento felicidade para todos. Acho que essa atmosfera foi a parte mais legal”, relatou.

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A professora Sandra Braid acredita que esse tipo de encontro revigora as aulas e deixa o clima muito descontraído. “É muito bom sair da rotina porque os alunos vivenciam a língua de outra forma”, comentou. “Este tipo de aula só foi possível devido ao espaço HUB”, completou.

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Releituras estéticas da Barbie, instalação fotográfica e livro de fotografias são produtos da Oficina de Fotografia.

RENATA FUKE_640074_assignsubmission_file_RENATAFUKE_IMG_0057_TRATADAInstigadas a desenvolverem seu olhar para produção fotográfica, as alunas da Oficina de Fotografia expõem releituras estéticas da boneca Barbie, montam uma instalação com imagens e produzem um livro de fotografias. Esta foi a 2ª Edição da Oficina de Fotografia do Colégio Bandeirantes, coordenada pelo professor Waldir Hernandes, que tem como principal objetivo discutir a adolescência por meio da linguagem fotográfica. Durante o ano, os participantes realizam sessões de fotos em um estúdio fotográfico profissional, atuando como modelos, fotógrafos e como produtores de fotografia.

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Além disso, são desenvolvidas sessões de psicodrama, grupo focal e outras atividades. A edição deste ano contou com 20 alunas: Bianca Pinto, Clara Hirata, Giovana Rodrigues, Marina Maestre, Anna Drewanz, Beatriz De Marchi, Giovana Lima, Julia Bulhões, Marina Oliveira, Gabriela Baena, Erika Medeiros, Amanda Nakadaira, Beatriz Kosmiskas, Isabela Maria Clara, Sofia Alves, Clara Barelli, Juliana Choi, Mariana Boger, Renata Fuke e Melissa Lie Tsuzuki.

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A exposição reúne 6 vitrines com releituras estéticas da boneca Barbie e uma instalação com imagens das atividades desenvolvidas. Além disso, cada aluna recebeu um livro de fotografias.

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A professora de Artes Claudia Ayoub, responsável pela instalação de imagens, comentou: “A ideia era falar sobre o conhecimento em rede, do labirinto da identidade, que caracteriza a Oficina de Fotografia”.

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“Como nosso grupo só teve meninas, decidimos fazer o trabalho sobre adolescência utilizando a Barbie para discutir sobre os padrões de beleza”, comentou a estudante Amanda Nakadaira.

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“De acordo com essa concepção de projeto, os participantes decidem os caminhos a serem percorridos. Dessa forma, não teremos nunca os mesmos produtos. Isso garante a grande riqueza de ideias ao longo dos anos de trabalho em uma Oficina”, comentou o professor Waldir.

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O trabalho foi apresentado aos pais e outros convidados dos participantes da Oficina, onde o tema adolescência foi discutido. “Essa discussão é importante pois auxilia na administração de conflitos do dia a dia”, explica o professor Waldir.