Trabalhos de alunos são expostos na Belas Artes

É desde 2008 que alunos do 8.o ano do Ensino Fundamental unem conhecimentos de Espanhol e Artes para montar uma exposição de nível profissional. Este ano, a mostra, intitulada “Topofilia”, tomou conta do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e foi vista por alunos e professores de ambas as instituições, além da Diretora-Geral da Belas Artes, Patrícia Cardim.

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Todo o processo foi acompanhado de perto pela equipe de Artes, as professoras de Língua Espanhola, Paula Araújo e Valéria Morais, o professor de Geografia, Pedro Coelho, e contou com o apoio da equipe de manutenção do Colégio.

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Dialogando com o tema da topofilia, ou seja, o amor a um lugar, os alunos entraram em contato com textos, músicas e filmes em Espanhol e, a partir de sua própria interpretação, produziram uma foto relacionada a uma das obras. Além disso, em grupos, eles também elaboraram um produto sonoro e uma animação.

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“Foi uma oportunidade para eles conhecerem novos autores e culturas. Trabalhos como esse fazem com que a língua estrangeira passe pelo afeto. Assim, eles acabam esquecendo que se trata de outra linguagem e aprendem por paixão”, disse a professora Paula Araújo.

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O professor de Artes, Pedro Leão, conta que o trabalho permitiu que os alunos saíssem do raciocínio lógico e fossem para o criativo, valorizando sua própria criatividade. Além disso, a professora de Artes, Paula Ariane, destaca a importância da exposição num centro de ensino dedicado às artes. “O ambiente muda a forma como eles veem o próprio trabalho, faz com que ele cresça”, comentou ela.

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“O trabalho ajudou a compreender melhor os textos. Meu grupo conversou muito para ter as ideias. No final, foi muito legal ver o que eu fiz exposto num lugar tão respeitado quanto a Belas Artes”, concluiu o aluno Lucas Lima, do 8.o ano do Ensino Fundamental.

Quebrando padrões: videoinstalações produzidas por alunos

Pensando no cinema de ruptura, o professor de Artes, Pedro Leão, propôs aos seus alunos do 9.o ano do Ensino Fundamental um desafio: a produção de videoinstalações, ou seja, um vídeo onde os padrões do formato cinematográfico aos quais estamos acostumados fossem colocados à prova.

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Depois de um ano letivo conversando sobre cinema e suas técnicas nas aulas de Artes, a ideia era que os alunos pensassem menos no roteiro e mais no meio e na forma de exibição. Para isso, no último bimestre os alunos conheceram mais sobre as rupturas do cinema e trabalhos que questionaram os limites do vídeo, promovendo novas ideias.

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Os resultados foram além das referências discutidas em sala e surpreenderam o professor. “Houve ideias muito legais. O objetivo era que eles pensassem fora da caixinha e saíssem do formato tradicional, desenvolvendo um raciocínio de uma ordem nova e diferente”, explicou Pedro.

Um dos vídeos produzidos, por exemplo, explorou os limites entre a imagem do celular, a do mundo real e a do vídeo. “Eu acho que as vídeosinstalações mostram técnicas diferentes do cinema, técnicas que envolvem a edição e a gravação no momento do planejamento, técnicas novas”, comentou Isabela Chen, que, junto a seu grupo, produziu o vídeo.

Essa foi a primeira vez que o desafio foi proposto para os alunos e, após os resultados, o professor Pedro garante que, em 2018 a atividade será realizada novamente.

Confira o vídeo do grupo de Isabela clicando aqui.

Terror e lendas do Band: curta produzido por alunos

Como parte das celebrações de Halloween do Colégio, alunos do Cine Colband produziram o curta metragem de terror O quinto andar, onde as lendas urbanas mais famosas dos tijolinhos da rua Estela são retratadas.

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O lançamento da produção fez parte de evento no Halloween que reuniu uma conversa com o professor de Artes, Pedro Leão, sobre o livro Frankenstein e ainda uma exposição de minicontos de terror, produzidos pelos alunos do 8.o ano do Ensino Fundamental.

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O curta envolve mitos do Band que, de uma forma ou de outra, já passaram pelos ouvidos de todos os alunos. O principal, a célebre piscina no quinto andar, dá título à produção que conta ainda com a lenda do esqueleto presente no laboratório de Biologia, a Catarina.

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Tudo isso, entrelaçado com as noites de Halloween e também a atual reforma dos laboratórios do Colégio.

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“Tivemos uma preocupação muito grande justamente em retratar o ambiente do Band com a maior fidelidade possível. Aprendi muito sobre o processo de produção e o espírito de liderança para dirigir um filme”, disse o aluno Mateus Rodrigues, da 2.a série do Ensino Médio, que junto com a aluna da 2.a série do Ensino Médio, Clara Hirata, dirigiu e roteirizou o curta.

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Os alunos realizaram desde as gravações no Colégio até a edição, tendo, assim, um gostinho da vida por trás das câmeras e garantindo o próprio portfólio. “Alguns alunos sabem que querem fazer cinema, mas outros puderam ver a realidade na prática para saber se realmente gostariam de fazer isso depois da escola”, comentou o professor Pedro Leão.

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Em 2017 os alunos trabalharam também  em outro projeto, o curta “A tecelã”, que estreará no início de 2018.

Confira o curta clicando aqui.

K-Pop na Semana de Humanidades

A Semana de Humanidades e o departamento de Artes convidam todos os alunos do ensino fundamental para aprenderem uma coreografia de K-Pop esta semana na sala E1 durante o intervalo.

As mini aulas serão ministradas pela nossa estagiária de Artes Bianca de Santi entre hoje e a próxima quinta-feira entre 15h30 e 16h.

Na próxima sexta-feira a coreografia aprendida será apresentada no pátio do colégio também no intervalo. Não precisa se inscrever, basta comparecer e dançar junto!

Ensaio – Coreografia de K-Pop
De 25 a 28/09, das 15h30 às 16h (intervalo)
Sala E1

Apresentação no pátio do Band
Dia 29/09, às 15h30

 

Aluna é aprovada em Cinema na School of Visual Arts em NY

Bianca Rickheim, recém-formada junto com a turma de 2016,  recebeu a notícia no começo de fevereiro de que havia sido aprovada para a o curso de cinema da School of Visual Arts. A faculdade de artes visuais de Nova Iorque é, junto com a CalArts na Califórnia, uma das mais cobiçadas por alunos querendo estudar artes nos Estados Unidos.

aluna Bianca com o Prof. Pedro Leão

aluna Bianca com o Prof. Pedro Leão

Entre seus ex-alunos estão o artista plástico pop Keith Harring e o minimalista Sol Lewitt; o compositor Michael Giacchino, responsável pelas trilhas sonoras de Lost, Os Incríveis e Up – Altas Aventuras; animadores como Bill Plympton e Rebecca Sugar, criadora de Steven Universe e Hora da Aventura; além outros nomes de grande relevância na indústria cultural norte americana. Antes de conquistar a vaga na SVA, Bianca já havia recebido em janeiro a confirmação de outras duas faculdades americanas: o Eckerd College na Flórida, e a University of Iowa. Recentemente, foi aprovada também na Loyola Marymount University na Califórnia, e no curso de cinema da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) aqui em São Paulo, completando um total de cinco faculdades cobiçando a nossa ex-aluna. Ela ainda aguarda outros resultados de faculdades americanas em Março.

O caminho que Bianca trilhou em seus anos de Band não seria possível primeiramente sem o apoio e carinho de seus pais, Ana Lúcia Martucci e João Rickheim. Foi a mãe que postou orgulhosa na redes sociais as imagens dos e-mails de aceitação. Em 2015, a família enviou Bianca para sua primeira experiência em um curso de férias na SVA, onde ela experimentou trabalhar com outros adolescentes com aspirações semelhantes na produção de um curta-metragem, a comédia de situação intitulada Unfortunate. Seu primeiro contato com a SVA em 2015 sem dúvida serviu para criar um relacionamento com a instituição, e pode ter influenciado na sua aceitação para o curso de graduação em 2017.

Porém, mais do que isso, o sucesso de Bianca em assegurar uma vaga na faculdade se deve à construção de um portfólio de obras que ela apresentou à faculdade, demonstrando que ela já tinha interesse e experiência no assunto e precisava da orientação e aprimoramento da faculdade. Além de Unfortunate, fizeram parte de seu portfólio os curtas Zé Ninguém, produzido como parte do projeto Idade Mídia no Band; e The Juliet Paradox, um projeto pessoal escrito e dirigido por Bianca, gravado nas dependências do Colégio.

Para The Juliet Paradox, Bianca procurou conselhos e ajuda do professor Pedro Leão, da disciplina de Artes, na fase final do roteiro e para conseguir a permissão para gravar no Colégio durante o final de semana. Bianca teve aulas de Artes com o professor Pedro em 2013, quando cursava o 9º ano, nas quais estudou o começo da história do cinema e produziu dois outros curtas metragens com colegas de classe como parte dos exercícios de aula. Ela conta que as aulas do 9º despertaram nela o desejo latente de seguir essa carreira.

Segundo o professor Pedro Leão, a construção de portfólio é fundamental para quem quer seguir carreira nas artes, e deve começar o mais cedo possível. É um requisito que não faz parte da maioria das carreiras em outras áreas e é frequentemente esquecido pelos alunos, que começam a pensar nisso apenas no últimos anos do Ensino Médio. Foi pensando nisso e inspirado pelo caminho trilhado por Bianca, que o professor apoiou e orientou alunos do Ensino Médio com interesses semelhantes ao dela a organizarem o projeto CineBand, que acaba de ser aprovado pela diretoria e começará suas atividades em Março.

Como extensão das aulas sobre cinema no 9º ano, o projeto será aberto ao Ensino Médio, e visa juntar alunos focados em produção audiovisual para trabalharem em equipe na produção de obras para seus portfólios. O grupo deve se encontrar no Colégio aos sábados, e trabalhar em conjunto até o final do ano. Embora o projeto seja inteiramente encabeçado pelos alunos que o criaram (Alice Chiapetta, Carol Salem, Clara Hirata, Diego Hajjar, Guilherme Carvalho, Mariana Boger, Matheus de Almeida, Pedro Rosencrantz e Samuel Guterman), ele será acompanhado e assessorado pelo professor Leão.

Telas do Prof. Pedro Leão em exposição

Estão em exposição desde o final do 4º bimestre, na sala dos professores, três telas de autoria do professor Pedro Leão, do departamento de Artes do Band. Produzidas com uma variedade de materiais que vão da tinta a óleo à aquarela, as telas têm uma coisa em comum: a figura da atriz italo-brasileira Nydia Lícia 

Nascida em Trieste, na fronteira entre a Itália e a Áustria, Nydia mudou-se com a família para o Brasil na década de 30, aos 13 anos de idade, fugindo do crescente fascismo italiano. Anos depois, viria a trabalhar no Ministério da Cultura e, sob o comando de Pietro Maria Bardi, integraria o grupo de profissionais que fundou o MASP. Ainda no Museu, conheceu artistas do porte de Di Cavalcanti, Oswald de Andrade, Flávio de Carvalho, Aldemir Martins, Marcelo Grassmann, Lasar Segall e Tarsila do Amaral, entre muitos outros. Mas o contato com uma geração jovem de artistas de diversos meios a levou ao que viria a ser sua paixão profissional: o teatro. Nydia participou dos primeiros grupos profissionais de teatro no Brasil. 

Eram grupos compostos de pessoas que ganhavam a vida no palco, ao contrário do teatro feito até então por amadores, que tinham outros empregos fixos durante o dia e encaravam o teatro como um passatempo nas horas vagas. Grupos como o TBC (Teatro Brasileiro de Comédia) de Nydia estavam surgindo em muitas cidades grandes do país na época. E do encontro entre grupos de São Paulo e do Rio de Janeiro, Nydia conheceu o ator Sérgio Cardoso, que viria a ser seu marido. Juntos, fundaram a Compania Nydia Lícia – Sérgio Cardoso em um teatro no bairro da Bela Vista, em São Paulo. A Compania trabalhou com grandes atores da época como Cacilda Becker, Walmor Chagas e Maria Della Costa. O teatro da Compania é hoje conhecido como Teatro Sérgio Cardoso. O casal teve uma filha antes de se separar. Sérgio Cardoso morreu em 1972, quase dez anos antes de conhecer o primeiro de seus dois netos, Pedro Cardoso Leão, que hoje dá aulas de Arte no Band.

Já Nydia continuou a trabalhar no teatro por mais cerca de 40 anos, entre produções de teatro infantilparticipações na TV culturaou lecionando no Teatro Escola Célia Helena e na FAAP.  

Nydia Lícia faleceu há quase um ano, no dia 12 de Dezembro de 2015, aos 89 anos de idade. Além de sua intensa atuação nas artes, ela incentivava seus dois netos a trilharem seus próprios caminhos expressivos. Pedro interessou-se pelas artes plásticas, tornando-se professor do Band em 2012. Ele mantém até hoje seu ateliê na casa da avó. Seu irmão João desenvolve uma carreira como músico, tocando hoje na banda da cantora paulista Céu. Recebeu treinamento vocal da avó.  

A exposição marca esse período de um ano sem a atriz e comemora essa relação pessoal entre o professor Pedro e sua avó Nydia. As telas tomam como base para sua criação imagens do extenso arquivo de fotos de Nydia, assim como elementos de folhetos e programas das peças. As três telas representam as peças “A Raposa e as Uvas“, na qual Nydia aparece junto com Sérgio Cardoso; “Chá e Simpatia“, onde Pedro substitui o ator Jorge Fischer para colocar-se ao lado da avó ainda jovem; e “Entre Quatro Paredes“, na qual figuram Nydia, Sérgio e Cacilda Becker.  

As telas devem ficar na sala dos professores até o dia 21 de Dezembro. 

Exposição dos alunos no Memorial da América Latina: “Colores, Sabores y Ritmos”.

Entre os dias 24 de outubro e 4 de novembro, permaneceu no Memorial da América Latina a exposição de fotos Colores, Sabores y Ritmos: la poesia de los sentidos captada por jóvenes fotógrafos. A exposição apresentou 40 fotos de alunos do 8º ano do Colégio, selecionadas entre todas as turmas.

A parceria entre os departamentos de Artes e Espanhol e o Memorial começou em 2008 e o projeto já está em sua 8ª edição.

Pais e alunos prestigiam a exposição no Memorial da América Latina.

Pais e alunos prestigiam a exposição no Memorial da América Latina.

As turmas de 8º ano começaram a trabalhar no projeto no segundo bimestre do ano, lendo textos de autores de língua hispânica como Frederico Garcia Lorca, Gabriel Garcia Marquez, Gabriela Mistral, José Martí, Laura Esquivel, Pablo Neruda, Ruben Dario e Sór Juana Inés de la Cruz. Após trabalhar a compreensão dos textos nas aulas de Espanhol, os alunos produziram fotografias neles inspiradas, usando exercícios de criatividade nas aulas de Artes. O resultado abrange diversos tipos de fotografias, de imagens emotivas, familiares e pessoais; até imagens abstratas de uma leveza incomum para a idade dos fotógrafos.

As fotos dos alunos foram selecionadas pelos professores das duas disciplinas entre os meses de agosto e setembro, e a exposição foi montada para ser aberta no dia 24 de outubro. O ponto alto do projeto é a noite de abertura da exposição. Com as fotos já expostas na Biblioteca Victor Civita, no Memorial da América Latina, a exposição conta com um coquetel de abertura e entrega de certificados para os alunos selecionados. Nesse ano, o coquetel ficou a cargo da Lex’Rock Bakery, e a abertura teve a participação dos músicos do grupo Soprando Cordas.

Professores encabeçam a entrega dos certificados aos alunos no Memorial da América Latina.

Alunos recebem o certificado referente à participação na exposição.

 

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Coquetel de abertura produzido pela Lex’Rock Bakery.

Minibrownies para adoçar…

 

Um dos quitutes temáticos do coquetel: chips de banana da terra com agliatta.

Além do aprendizado nas duas matérias, o objetivo do evento é oferecer aos alunos uma experiência mais próxima à de uma exposição profissional, proporcionando um contato diferente com uma importante instituição cultural e valorizando o trabalho dos alunos ao levá-lo para além do espaço do Colégio.

A equipe da Biblioteca Victor Civita e do Memorial, por meio do trabalho de Fernando Gamba, tem acolhido o projeto com gosto desde seu início, sendo o Bandeirantes o único colégio que desenvolve esse projeto no Memorial. Pais e alunos reconhecem esta como uma experiência única, um privilégio do Band.

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Alunos expõem obras tridimensionais no “Jardim dos Objetos”

“Jardim dos Objetos”: construções feitas pelos alunos do 6o ano nas aulas de Artes do 3o bimestre.

Inspirado no Jardim de Esculturas do MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Parque do Ibirapuera, ocupamos áreas verdes do colégio com trabalhos feitos pelos alunos do 6º ano nas aulas de Artes do 3o bimestre.

Exposição montada no pátio do colégio.

Exposição montada no pátio do colégio.

São construções com retalhos de madeira, argila, arame, barbante, pregos, palitos e uso de caneta 3D. Os alunos trabalharam em grupo e exploraram as possibilidades expressivas dos materiais e a tridimensionalidade criando simbologias, representações e metáforas com muita criatividade e bom humor. 

Aproveitem a manhã do próximo sábado, dia 24 de setembro, para conhecer o “Jardim dos Objetos” do 6º ano no pátio do Colégio Bandeirantes.

Veja abaixo algumas imagens do processo de construção dos objetos pelos alunos:

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Uso de caneta 3D pelos alunos durante o processo de construção.

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Ocupação dos jardins do colégio pelos objetos criados pelos alunos.

Primeiro contato dos alunos com seus trabalhos em exposição.

 

1º Prêmio de Vídeo do Band

Os alunos do 9º ano encontraram uma mensagem inusitada na última página da prova de Artes do 2º bimestre de 2016. Depois de uma questão da prova estabelecer um cenário hipotético de uma premiação por voto popular dos vídeos produzidos pelos alunos durante o primeiro semestre, os alunos foram instruídos a acessarem suas contas do Mosyle assim que voltassem para casa depois da prova. Lá estavam as instruções para o voto popular do 1º Prêmio de Vídeo do Band.

A iniciativa visa premiar os melhores vídeos do semestre em diversas categorias e incentivar a melhora constante das produções. As equipes de produção ganhadoras levaram neste ano pequenas estatuetas de papel do Oscar, o prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Para dar gosto ao prêmio, a base da cada estatueta era um brownie com gotas de chocolate belga da Lex’Rock Bakery. Além disso, os vídeos ainda serão divulgados por aqui no blog e no Facebook do professor Pedro Leão, com resenhas a respeito dos vídeos, gerando assim visibilidade para os trabalhos dos nossos jovens cineastas.

A proposta dos vídeos de primeiro semestre era refletir sobre as estratégias e dificuldades da produção de vídeos através de um exercício de criação totalmente livre a não ser pela exigência de que cada vídeo seguisse um de seis gêneros cinematográficos sorteados entre as equipes: ação, comédia, drama, ficção científica, musical e terror.

Veja abaixo os nossos premiados de 2016:

Melhor Vídeo de Ação
9B – AMI-Serviços Secretos
https://youtu.be/bY5W-161MbA

Melhor Vídeo de Comédia
9F – Nossa SP de Cada Dia
https://youtu.be/sJ_6kgBUDiU

Prêmio de Melhor Vídeo de Comédia: Pedro F., Henrique, Eric, João Vito, Pedro C., Rafael (9F).

Prêmio de Melhor Vídeo de Comédia: Pedro F., Henrique, Eric, João Vito, Pedro C., Rafael (9F).

Melhor Vídeo de Drama
9D – De novo
https://youtu.be/yzuaQKgBN0o

Prêmio de Melhor Vídeo de Drama: Letícia, Julia, Taiza, Kyra, Nicole, Luana, Isabel (9D).

Prêmio de Melhor Vídeo de Drama: Letícia, Julia, Taiza, Kyra, Nicole, Luana, Isabel (9D).

Melhor Vídeo de Ficção Científica
9H – Universos Interligados
https://youtu.be/oYjO28Qd7pw

Prêmio de Melhor Vídeo de Ficção Científica: Tomas, Beatriz, Isabel, Emanuela, Nina, Ana Clara, Victoria (9H).

Prêmio de Melhor Vídeo de Ficção Científica: Tomas, Beatriz, Isabel, Emanuela, Nina, Ana Clara, Victoria (9H).

Melhor Vídeo Musical
9F – À Flor da Pele
https://www.youtube.com/watch?v=LkZGQcNxbEI

Prêmio de Melhor Vídeo de Musical: Diego, Giovanna, Flávia, Carolina, Ingrid, Simon (9F).

Prêmio de Melhor Vídeo de Musical: Diego, Giovanna, Flávia, Carolina, Ingrid, Simon (9F).

Melhor Vídeo de Terror
9F – O Riso
https://youtu.be/73e5sFGZb-0

Prêmio de Melhor Vídeo de Terror: Bianca, Carolina K., Eduarda, Débora, Carolina H., Gabriela (9F).

Prêmio de Melhor Vídeo de Terror: Bianca, Carolina K., Eduarda, Débora, Carolina H., Gabriela (9F).

Melhor Ator
9B – Dante Henryco di Fiori

Prêmio de Melhor Ator: Dante Henryco di Fiori (9B).

Prêmio de Melhor Ator: Dante Henryco di Fiori (9B).

Melhor Atriz (empate)
9H – Emanuela Padiglioni Rossini
9F – Carolina Mayumi Kunyi

Melhor Sonoplastia
9F – À Flor da Pele

Melhor Edição
9B – AMI-Serviços Secretos 

Melhor Locação
9D – A Casa da Perfeição
https://www.youtube.com/watch?v=1Yc34BDAaEg

Prêmio de Melhor Locação: Esther, Gabriela, Maria Clara, Lissa, Luíza, Rafaella, Joyce (9D).

Prêmio de Melhor Locação: Esther, Gabriela, Maria Clara, Lissa, Luíza, Rafaella, Joyce (9D).

Melhor Roteiro
9D – De novo 

Melhor Figurino
9E – Hellschool

Prêmio de Melhor Figurino: Giulia, Lucas, Julia, Carolina, Gabriela, Eduarda (9E).

Prêmio de Melhor Figurino: Giulia, Lucas, Julia, Carolina, Gabriela, Eduarda (9E).

Oficina de fotografia se encerra com “portas abertas”

Os alunos 8.o ano e 9.o ano da oficina de fotografia, curso optativo oferecido pelo professor Waldir Hernandes, fizeram um “dia de portas abertas” para pais e colegas, como encerramento do curso. Este ano foi a 5.a edição da atividade, que propõe abordar temas da adolescência através da expressão artística.img_20150930_113042866_21812331956_o

A ideia do evento foi trazer pessoas de fora do curso para vivenciá-lo, incluindo encenações, projeções de vídeo e exercícios de fotografia conduzidos pelos jovens fotógrafos. Dentre a programação, foram abordados assuntos como homossexualidade e bullying por meio de um psicodrama dirigido pela professora Rosiani Telles e apoio da professora Beatriz Cury.

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“O encerramento dá transparência ao projeto e também proporciona uma reflexão para os pais sobre temas da adolescência”, contou Waldir. “Foi bom ver os alunos interagindo com seus convidados de um jeito mais íntimo, dentro da nossa escola, que é, de fato, o espaço deles, pertence a eles”, completou.

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A oficina se mostrou importante para os alunos criarem uma nova perspectiva sobre o cotidiano deles e também possibilitou que eles expressassem ideias de maneiras diferentes. Foi o caso da aluna Ana Beatriz Drewanz, do 9.o ano, que declarou: “A oficina mudou meu olhar para o mundo, tanto na forma de fazer fotos quanto no modo de perceber as pessoas ao meu redor. Isso porque na Oficina exploramos nossos medos e outras situações pelas quais passamos. No caso do bullying, percebemos que tanto quem faz quanto quem sofre estão sofrendo e precisam de atenção”.

22118347659_7389b14746_oOs estudantes Lucas Fugita e Vitória Olyntho, do 8.o ano, também deram depoimentos após a atividade. “Na nossa idade passamos por inúmeras experiências que podem nos tocar. A Oficina ajuda a lidar com questões essenciais para o desenvolvimento do adolescente, mostrando como essa fase da vida é importante. Isso ajuda a lidar com temas delicados.

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A Oficina é capaz de mudar nossa forma de ver a vida”, afirmou Lucas. “O dia a dia da Oficina faz com que olhamos o mundo com outras perspectivas, colocando-me no lugar dos outros e compartilhando ideias. Dessa forma, consegui lidar melhor com os conflitos do dia a dia”, completou Vitória.

As inscrições para a Oficina 2016 irão ocorrer do dia 15 a 17 de fevereiro.