Arte em coletivo

Alunos do 7.o ano, sob a mentoria do professor de artes, Pedro Leão realizaram uma intervenção artística no Colégio durante o horário de aula. Com a proposta de realizar uma atividade baseada no coletivo, os estudantes do 7E fizeram uma caminhada pelo Band.

IMG_7948 A ação fez parte de um projeto trabalhado em todos os 7.os sobre comunidades indígenas e a vivência em coletividade. Os alunos tinham, então, que pensar e executar uma atividade que focasse no coletivo que, no caso, era a sala de aula. Diante de tal proposta, Mariana Harada, do 7.o E sugeriu a realização de uma festa e um desfile da sala. “Eu achei uma ideia muito interessante e a classe gostou muito, então a gente decidiu fazer”, contou Leão.

IMG_7946Assim, no dia em que seria a avaliação dos projetos, a sala se reuniu no HUB para uma festa em que cada aluno trouxe uma contribuição e depois organizaram a saída, todos juntos. Com os rostos pintados e com um som baixo (para também não incomodar os outros estudantes que estavam em aula), a turma circulou pelo pátio e salas do Colégio. Coordenados pelo professor, em alguns momentos eles paravam e gritavam “7E” e continuavam caminhando.
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“A gente gostou bastante do resultado, apesar de ter criado uma dificuldade para planejar, já que foi na aula que seria de avaliação”, afirmou Pedro. “ É bom para eles perceberem que, se eles tiverem uma boa ideia, bem desenvolvida e apresentada como projeto, eu, professor, tenho capacidade de modificar a minha aula para encaixar o plano deles”, completou.

Mural do pátio está de cara nova

Dando início a 2015 com novo visual, o mural do pátio do Colégio foi repintado por alunos e professores de Artes. Durante todo o ano de 2014, o professor de Artes Pedro Leão e alunos voluntários das 1.as e 2.as séries participantes do curso de pintura trabalharam intensivamente no projeto.

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Com apoio da Direção para a repintura, os estudantes e professores dividiram o projeto em duas partes: uma no primeiro semestre de 2014 e outra no segundo.

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Como inspiração, o grupo buscou referências artísticas que se relacionavam com a questão da identidade dos alunos.

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Entre elas, estavam os grupos britânicos Pink Floyd e The Beatles, que no mural tiveram seus álbuns “Another Brick In The Wall” e “Abbey Road” resignificados.

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“O processo foi bem orgânico porque as decisões e ações aconteciam naturalmente”, contou Pedro Leão. “Todos os alunos participaram ativamente e, mesmo nas férias de julho, me perguntavam se poderiam ajudar de alguma forma”, completou.

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Aula de Inglês com toque de Artes

Valorizando o conhecimento como um elemento único e indivisível, os alunos das 2.as séries de Humanas tiveram uma aula com base na interdisciplinaridade entre Língua Inglesa e Artes. A professora de Inglês Sandra Braid  extrapolou a já conhecida aula teórica com base na histórias de pintores  – este ano os alunos partiram para a prática.

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Com a ajuda do professor Pedro Leão, de Artes, os estudantes se aprofundaram na história do pintor Van Gogh, além de obras inspiradas por ele.

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A música “Starry, Starry Night” de Don McLean, por exemplo, homenageia a obra Noite Estrelada do pintor neerlandês. Em um segundo momento,  puderam expressar a sua percepção das obras vistas por meio da pintura.

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“Exploramos diversas técnicas de forma muito rápida e despojada – nos revezamos entre as quatro estações”, contou o professor Pedro. A aluna Amanda Sanches acha extremamente necessária encontros desse tipo. “Foi um momento felicidade para todos. Acho que essa atmosfera foi a parte mais legal”, relatou.

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A professora Sandra Braid acredita que esse tipo de encontro revigora as aulas e deixa o clima muito descontraído. “É muito bom sair da rotina porque os alunos vivenciam a língua de outra forma”, comentou. “Este tipo de aula só foi possível devido ao espaço HUB”, completou.

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Releituras estéticas da Barbie, instalação fotográfica e livro de fotografias são produtos da Oficina de Fotografia.

RENATA FUKE_640074_assignsubmission_file_RENATAFUKE_IMG_0057_TRATADAInstigadas a desenvolverem seu olhar para produção fotográfica, as alunas da Oficina de Fotografia expõem releituras estéticas da boneca Barbie, montam uma instalação com imagens e produzem um livro de fotografias. Esta foi a 2ª Edição da Oficina de Fotografia do Colégio Bandeirantes, coordenada pelo professor Waldir Hernandes, que tem como principal objetivo discutir a adolescência por meio da linguagem fotográfica. Durante o ano, os participantes realizam sessões de fotos em um estúdio fotográfico profissional, atuando como modelos, fotógrafos e como produtores de fotografia.

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Além disso, são desenvolvidas sessões de psicodrama, grupo focal e outras atividades. A edição deste ano contou com 20 alunas: Bianca Pinto, Clara Hirata, Giovana Rodrigues, Marina Maestre, Anna Drewanz, Beatriz De Marchi, Giovana Lima, Julia Bulhões, Marina Oliveira, Gabriela Baena, Erika Medeiros, Amanda Nakadaira, Beatriz Kosmiskas, Isabela Maria Clara, Sofia Alves, Clara Barelli, Juliana Choi, Mariana Boger, Renata Fuke e Melissa Lie Tsuzuki.

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A exposição reúne 6 vitrines com releituras estéticas da boneca Barbie e uma instalação com imagens das atividades desenvolvidas. Além disso, cada aluna recebeu um livro de fotografias.

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A professora de Artes Claudia Ayoub, responsável pela instalação de imagens, comentou: “A ideia era falar sobre o conhecimento em rede, do labirinto da identidade, que caracteriza a Oficina de Fotografia”.

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“Como nosso grupo só teve meninas, decidimos fazer o trabalho sobre adolescência utilizando a Barbie para discutir sobre os padrões de beleza”, comentou a estudante Amanda Nakadaira.

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“De acordo com essa concepção de projeto, os participantes decidem os caminhos a serem percorridos. Dessa forma, não teremos nunca os mesmos produtos. Isso garante a grande riqueza de ideias ao longo dos anos de trabalho em uma Oficina”, comentou o professor Waldir.

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O trabalho foi apresentado aos pais e outros convidados dos participantes da Oficina, onde o tema adolescência foi discutido. “Essa discussão é importante pois auxilia na administração de conflitos do dia a dia”, explica o professor Waldir.

Estudantes realizam instalação cooperativa

Movimentando os corredores do Colégio, os alunos dos 6.os anos, orientados pelos professores Pedro Leão e Paula Moraes, realizaram uma instalação que contou com a cooperação do grupo. A atividade consiste na apropriação do espaço por meio da manipulação de objetos.

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Durante a aula, eles construíram uma teia, ou rede, a partir de barbante. “Este é um tipo de arte que o material continua o mesmo, mas tem o significado alterado dependendo de onde for colocado”, explicou Pedro Leão. Por isso, após a construção da teia, os alunos tiveram de leva-la da sala de aula para o pátio.

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No percurso do transporte, os estudantes, emaranhados, deveriam trabalhar em conjunto e se organizar para superar os desafios do caminho. “Eles gostaram muito do efeito dessa teia e o fato de eles estarem conectados entre si”, contou Pedro.

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“Foi muito legal porque a gente interage e não fica só dentro da sala de aula”, comentou a aluna Luísa Shida. “O que achei mais interessante da atividade de instalação é que não conseguimos mudar a forma dela, mesmo que a gente tentasse”, completou.

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“Nessas atividades, além do conceito da arte, trabalhamos a questão do respeito com o outro. Por exemplo, se alguém puxasse um lado, desmancharia o outro; e também foram trabalhadas a necessidade de organização e a coordenação”, comentou a professora Paula.

Expressão e Arte no pátio

Para deixar sua marca no Band, um grupo de alunos das 1.as e 2.as séries do Ensino Médio aceitou o desafio de repintar uma das paredes do pátio, em frente aos Laboratórios de Química.

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A turma, coordenada pelo professor de Artes Pedro Leão, discutiu e pesquisou qual seria o conceito a ser aplicado. A reflexão sobre ser adolescente e aluno do Band acabou como diretriz desse processo. A partir daí, várias referências surgiram, tal como poemas e músicas

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A primeira turma está realizando sessões de pintura aos sábados. Outra turma, ainda com inscrições abertas, deve continuar a produção. Portanto, se você quiser deixar a sua marca pelo Band, entre em contato com o professor Pedro pelo e-mail (pedro.leao@colband.com.br).

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Os encontros para a definição da pintura acontecerão às sextas e a pintura continua aos  sábados.

“O Artista” é exibido em sessão de Artes

O filme “O Artista” foi exibido para os alunos do 9.o ano na sessão de cinema produzida pelo Departamento de Artes e com o apoio dos Departamentos Cultural e de Esporte. A escolha do filme foi feita levando em conta que  retrata a mudança do cinema mudo para o falado, acontecimento que os alunos estão estudando na disciplina de Artes neste bimestre.

Durante o 1.o bimestre, os alunos estudaram o cinema mudo e, por isso, assistiram aos “Tempos Modernos” de Charles Chaplin, que revela uma crítica ao cinema falado, apesar de ter sido produzido sete anos após a criação deste método cinematográfico. Também, no filme “O Artista”, o autor critica esta transição.

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“Queríamos mostrar esse conflito do cinema existente nesse período para que [a matéria] ficasse mais clara para eles”, comenta Pedrão Leão, professor de Artes. “Além disso, é um filme que eles não buscam espontaneamente, por isso é importante que a gente [professores de Artes] ofereça opções. Também, foi interessante ver os alunos fazerem analogias com os dois filmes exibidos”, completa a professora de Artes, Paula Moraes.

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O próximo filme exibido pelos professores será “2001 – Uma Odisséia no Espaço” do diretor Stanley Kubrick que, segundo os professores, será seguido de uma discussão.

“Tempos Modernos” para os 9.os anos

Com direito a pipoca, sucos e colchonetes, 120 alunos do 9.o ano do Ensino Fundamental participaram da sessão de cinema realizada pelo Departamento de Arte com o apoio do Departamento Cultural e de Educação Física. O filme exibido foi “Tempos Modernos”, de Charles Chaplin, que critica fortemente a cultura de trabalho operário depois da Revolução Industrial.

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A sessão foi programada para promover uma interação entre os alunos e, também, para exibir o clássico filme. “Queríamos facilitar a experiência dos alunos, já que eles teriam que alugar o filme”, explica Pedro Leão, professor de Artes. “Também quisemos que fosse um momento de descontração. Eles estão participando de uma tarefa, por isso tentamos transformá-la em um momento agradável como é uma sessão de cinema para eles”, completa a professora de Artes, Paula Moraes.

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“É importante ter um projeto de artes fora da classe, sair do ambiente natural da sala de aula e ir para um outro descontraído”, comenta Pietro de Camargo, aluno do 9.o ano. “Ter aulas de Artes é, além de estudar pro vestibular, aprender a ver o mundo de outra maneira”, completa.

A próxima sessão com o filme mudo “O Artista” acontecerá na próxima sexta, 11 de abril, para alunos do 9.o ano. Quem quiser participar, deve inscrever-se no Cultural, pois as vagas são limitadas.

Imagens da Adolescência

Como conclusão da Oficina de Fotografia do Band, curso optativo oferecido aos 8.os anos do Ensino Fundamental, os alunos expuseram os trabalhos desenvolvidos durante o ano para convidados, entre pais, amigos, familiares e professores. As fotomontagens podem ser conferidas no saguão de entrada do Colégio.

“O principal objetivo da Oficina é discutir a adolescência por meio da linguagem fotográfica”, explica o professor Waldir Hernandes, que acompanhou a evolução dos alunos no desenvolver da oficina; “Para isso, cada aluno é formado Jovem Fotógrafo, capaz de discutir técnicas relacionadas ao manuseio de equipamentos fotográficos, regulagens de máquinas profissionais e composição da iluminação”, completa.

Dentre as atividades realizadas, destacam-se o psicodrama, grupo focal, rodas de discussão, montagem de cenas, análise da produção de fotógrafos consagrados, montagem de mini-estúdios e sessão de fotos em estúdio profissional. Algumas delas foram realizadas em parceria com o Departamento de Artes e de CPG.

Ao final da Oficina, cada aluno escolheu uma das fotomontagens para compor a exposição que se encontra no saguão de entrada do Colégio. No dia 23 de outubro, os alunos aproveitaram para convidar seus amigos e familiares para analisarem os portfólios enquanto participavam de um coquetel.

“Houve leitura de textos produzidos pelos jovens, projeção de um vídeo com as várias atividades desenvolvidas durante os encontros e um PowerPoint com as produções finais e com suas concepções a respeito da adolescência”, conta Waldir.

No final, o grupo de alunos comentou que a oficina os ensinou a prestar mais atenção nas fotografias, a olhar e perceber de que maneira elas foram feitas, além de aprofundar a relação das obras com os sentimentos dos seus autores.

Denis Vialou (Paris) falará sobre pintura pré-histórica e o filme Caverna dos Sonhos Esquecidos

Os amantes da arte não podem perder o evento da próxima sexta-feira, às 13h30, na A31: o Band receberá, pela segunda vez, a visita do conceituado pesquisador do Museu Nacional de História Natural de Paris, Denis Vialou, que vem ao Colégio para expor alguns excertos e conversar um pouco com os alunos sobre o filme “Caverna dos Sonhos Esquecidos”, de Werner Herzog.

Durante o evento os presentes poderão refletir de uma forma diferente sobre a interpretação de símbolos na pintura pré-histórica, baseando-se nos desenhos expostos no interior da Caverna de Chauvet, no sul da França, onde se encontram os mais antigos desenhos rupestres,

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datados de cerca de 32 mil anos de idade. A caverna reúne desenhos intocados e surpreendentemente realistas de cavalos, bois e leões, que por um momento ganham vida pela luz das tochas.

 

Trata-se de uma oportunidade única de conhecer um pouco mais sobre os primórdios da arte, além de possibilitar o contato com um profissional extremamente capacitado no ramo da arte e museologia. Não perca essa chance e compareça!

A visita do professor Vialou é resultado de um esforço conjunto dos departamentos de Artes e Cultural do colégio.