Jessica Lange: fotógrafa

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O MIS apresenta a exposição Jessica Lange: fotógrafa. Em 1967 Jessica Lange foi contemplada com uma bolsa de estudos da Universidade de Minnesota para estudar fotografia, mas as vicissitudes da vida de estudante a levaram para a Espanha e Paris, onde ela decidiu estudar artes cênicas e deixou a fotografia de lado. Foi então que embarcou na carreira de atriz, atuando em filmes emblemáticos e ganhou duas vezes o Oscar de melhor atriz, por seus papéis em Tootsie, em 1983, e outro por Céu Azul, em 1995.

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Só mais tarde, no início dos anos noventa, quando Sam Shepard, a presenteou com uma Leica M6, Jessica assumiu suas façanhas fotográficas novamente. As imagens foram capturadas em suas viagens e andanças – sua lente percorreu países como EUA, França, Finlândia e Itália, embora ela tenha uma queda especial pelo México, como ela mesma diz “por suas luzes e noites maravilhosas”.

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Coisas que eu vejo e México

Originalmente intitulada Unseen, a exposição é composta por 135 fotografias e 12 folhas de contato que dão conta de uma sensibilidade aguda e de uma mestria técnica excepcional de Jessica Lange. A coleção, formada por imagens feitas nos últimos 20 anos, é organizada em duas séries: Coisas que eu vejo e México.
México conta ainda com uma sub-série: Os cinco dias sem nome, Chiapas. Estas fotos foram feitas em 2012 nos vilarejos de Tenejape e San Juan Chamula, no estado de Chiapas. As imagens retratam o Carnaval, que é provavelmente a celebração mais importante de Chiapas e tem duração de 13 dias. O festival celebra os cinco dias perdidos do calendário maia. Os cinco dias sem nome, quando acreditam que o mundo vira de ponta cabeça. Acredita-se que seja um período desafortunado, ou até perigoso. As imagens, todas em P&B, retratam a preparação para o festival: homens se vestem de mulher, pessoas maquiadas, com suas fantasias rebuscadas, disfarçam-se de macacos, lobos e outros animais.
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SERVIÇO
exposição / fotografia
11fev a 05abr2015
terças a sextas, das 12h às 21h; sábados, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 11h às 20hexposições 1º andarR$ 6 (inteira) R$ 3 (meia)
O Museu da Imagem e do Som de São Paulo – MIS – fica localizado na Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo – SP, Brasil. CEP 01449-000.Telefone: 55 11 2117 4777
Confira a programação completa no site:

MUBA – Museu de Belas Artes de São Paulo

Organizado em 2007 o Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA) é vinculado ao Centro Universitário Belas Artes de São Paulo pela mesma mantenedora, a FEBASP Associação Civil.

Tem por objetivos documentar o desenvolvimento das Artes, da Comunicação, da Arquitetura e do Design mediante a organização de mostras e manutenção permanente de exposição relacionadas à arte contemporânea e àquelas de caráter histórico e, também, às atividades culturais viabilizando o contato do público com a arte, além de organizar, conservar e expor os elementos tradicionais relativos à memória da instituição.

Concebido também como museu universitário, o MUBA encontra na pesquisa um de seus grandes compromissos, envolvendo alunos, professores e pesquisadores e se reafirma como difusor de produção cultural, acadêmica e científica.

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A Galeria do Acervo destina-se a mostras de média duração voltadas para a apresentação do acervo do MUBA.

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Paulo Vergueiro Lopes de Leão (São Paulo – SP, 1889 – 1964). Sol matutino, s.d. Óleo sobre cartão, 45 x 54,5 cm.

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Galeria do Núcleo de Design. Localizada na unidade do Núcleo de Design, a Galeria, que leva o mesmo nome, é um espaço para mostras voltadas principalmente para a área de design e seus segmentos, gráfico, de produto, interiores e de moda.

muba1A Galeria Vicente Di Grado é destinada a exposições temporárias de arte, arquitetura e comunicação.

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A Galeria 13 é vinculado diretamente ao curso de Artes Visuais e se constitui como um laboratório didático para exercícios de mostras de trabalhos artísticos realizados pelos alunos ou artistas convidados, montagem, curadoria, crítica, programação visual, iluminação, entre outras atividades. As exposições favorecem a divulgação do trabalho dos alunos e fomentam a troca de conhecimentos para promover o amadurecimento profissional.

 

Horário
De segunda a sexta, das 10 às 20 horas e Sábado das 10 às 16 horas.

Sede
Rua Dr. Álvaro Alvim, 76 – Térreo – Vila Mariana – São Paulo – SP – (11) 5576-7300

Sede Núcleo de Design
Rua José Antonio Coelho, 879 – Térreo – Vila Mariana – São Paulo – SP

muba@belasartes.br

A MULHER NA REVOLUÇÃO DE 32

O MIS apresenta sua segunda exposição no Google Cultural Institute – plataforma na qual o site Google realiza parcerias com centenas de museus, instituições culturais e acervos históricos para hospedar online os patrimônios culturais do mundo.

A mulher na Revolução de 32 reúne, entre fotografias e arquivos de áudio, trocas de correspondências (exclusivas do acervo do MIS) relatando o dia a dia de voluntárias da Revolução. Os documentos revelam o papel da mulher no momento em que o Estado de São Paulo se rebelava contra o governo de Getúlio Vargas.

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A mulher paulista na Manifestação Cívica de 23 de maio de 1932. Autoria desconhecida | São Paulo | Museu da Imagem e do Som.

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Uma Companhia e a bandeira nacional, 1932. Autoria desconhecida | São Paulo | Museu da Imagem e do Som

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Senhora condecorando soldados, 1932. Autoria desconhecida | Museu da Imagem e do Som.

Essa é a segunda exposição do MIS na plataforma. O público também pode conferir Cinema paulista nos anos 70, uma mostra com fotos de cenas, bastidores de filmagens, vídeos com entrevistas exclusivas e equipamentos da produção cinematográfica na cidade de São Paulo entre os anos de 1968 e 1980.
Ambas as exposições podem ser conferidas no link: bit.ly/cultureinstitutemis
Horários de funcionamento geral: terças a sábados, das 12h às 21h; domingos e feriados, das 11h às 20h.
Horários de funcionamento de exposições: clique aqui
Exposições | R$ 10 e R$ 5 (meia)
Às terças o ingresso para as exposições é gratuito
Aceitamos dinheiro e cartões de débito
Não aceitamos Vale Cultura
O atendimento prioritário é restrito à pessoa mais um acompanhante
Crianças até 5 anos não pagam

Como chegar

As seguintes linhas de ônibus servem à região do museu:

  • 107 T-10 Metrô Tucuruvi – Pinheiros
  • 930P- 10  Term. Pq D. Pedro II – Pinheiros
  • 908T- 10  Term. Pq D. PedroII – Butantã (circular)
  • 7181 -10 Cidade Universitária – Term. Princ. Isabel

Para mais informações sobre trajeto de ônibus consulte o SPTrans pelo telefone 156 ou acesse http://www.sptrans.com.br

O MIS também está próximo das estações Consolação (linha verde) e Faria Lima (linha amarela) do Metrô.

Núcleo Educativo

Oferece, além de visitas educativas, diversas oficinas voltadas para o público infanto-juvenil, adulto e educadores.
Para agendamento clique aqui.

CEMIS

O Centro de Memória e Informação do MIS (CEMIS) é o núcleo do Museu da Imagem e do Som de São Paulo responsável pela documentação, conservação, difusão e pesquisa dos seus acervos museológico, arquivístico e biblioteconômico, que são compostos por mais de 200 mil itens.

Acervo

Mostras temporárias realizadas por curadores convidados a partir de itens do acervo permitem que os visitantes tenham acesso a essa importante coleção.

Midiateca

A Midiateca é o espaço de consulta e pesquisa às cópias de itens do acervo museológico do MIS e ao acervo biblioteconômico.
Horário – terças a sextas, das 10h às 12h; fechada aos finais de semana.
Ingresso – gratuito
Para mais informações e agendamentos de pesquisa midiateca@mis-sp.org.br

MAC USP Ibirapuera – Flieg fotógrafo

 

Flieg fotógrafo. Indústria, design, publicidade, arquitetura e arte na obra de Hans Gunter Flieg

029amp08Em cartaz até 29 MAR 2015
MAC USP Ibirapuera – 3º andar

Hans Gunter Flieg no Museu de Arte Contemporânea da USP

A história da fotografia moderna no Brasil ainda apresenta segmentos pouco estudados e mal conhecidos como é o caso da produção voltada à indústria, à arquitetura, ao design e à publicidade. O nome de Hans Gunter Flieg desponta nesse contexto por seu caráter pioneiro e pela excelência de sua contribuição para a profissionalização dessas áreas no Brasil nas quais atuou durante cerca de quatro décadas. Imigrante alemão de origem judaica, Flieg chegou ao Brasil em 1939, instalando-se na capital paulista, que nas duas décadas seguintes passaria por um processo de intenso desenvolvimento econômico e industrial. Foi, portanto, em um mercado de trabalho emergente que Hans Gunter Flieg deu início a suas atividades como fotógrafo, colocando-se a serviço de um empresariado que logo passaria a investir no campo da arte como forma de construir para si uma nova identidade cultural.

A prosperidade do pós-guerra no Brasil, especialmente no Estado de São Paulo, resultou na criação de importantes instituições culturais: Museu de Arte de São Paulo (1947), Museu de Arte Moderna de São Paulo (1948) e Bienal de São Paulo (1951). Não por acaso, Hans Gunter Flieg, que desde 1945 havia se estabelecido como fotógrafo profissional, seria comissionado para registrar também as atividades do circuito artístico paulistano na primeira metade da década seguinte. A documentação da primeira Bienal de São Paulo, que produziu a convite de Cicillo Matarazzo, foi seu primeiro trabalho na área. Destacam-se aqui os registros da demolição do belvedere do Trianon para dar lugar ao pavilhão da Bienal e dos espaços de exposição e obras, muitas das quais passariam mais tarde a integrar o acervo do MAC USP.

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O mesmo rigor com que fotografava peças e maquinários industriais foi aplicado por Hans Gunter Flieg ao registro daUnidade Tripartida, obra de Max Bill, premiada na primeira Bienal de São Paulo. A escolha precisa do ponto de vista, os contrastes de luz e sombra, as alternâncias entre reflexos e opacidades, permitem ao observador ter uma percepção quase tátil da escultura, em que pese o caráter bidimensional da cópia fotográfica. Não estamos diante de um simples registro, mas de uma interpretação da obra por meio da fotografia. Flieg nos ensina a deslizar os olhos pela superfície contínua da peça e enfatiza as conexões entre arte e tecnologia propostas por Bill, sem nos deixar esquecer da ligação indissociável que se estabelecera naquele momento no Brasil entre o capital industrial e o capital simbólico representado pelas artes.

Por fim, cabe mencionar que o edifício projetado por Oscar Niemeyer para as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, ocupado agora pelo MAC USP, é particularmente adequado para abrigar uma ampla retrospectiva de Hans Gunter Flieg, cujo acervo encontra-se hoje preservado no Instituto Moreira Salles, organizador com o MAC USP da presente exposição. O reencontro entre a produção fotográfica de Flieg e um dos lugares que melhor encarnou o ideário modernista na capital paulista é a oportunidade de refletirmos criticamente sobre o legado da fotografia moderna tomada, a um só tempo, enquanto atividade prática e projeção utópica.

Helouise Costa – Docente e curadora do MAC USP

 

Todas as exposições em cartaz acontecem no MAC USP Ibirapuera.

MAC USP Ibirapuera
Terça das 10 às 21 horas, quarta a domingo das 10 às 18 horas
Segunda-feira fechado
Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301
04094-050 – São Paulo – SP – Brasil
55 11 2648.0254
Entrada gratuita

‘Não está no dicionário’ no MUBA

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Em cartaz até fevereiro de 2015, o público terá acesso no MUBA – Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA), a produção do artista mineiro Luiz Martins.

Sob curadoria de Adriano Casanova, a mostra reúne desenhos, gravuras e escultoras do artista mineiro Luiz Martins, além de uma instalação, que reúne uma série de trabalhos criados com páginas de dicionário.

Nanquim, tinta óleo, metal, madeira, cera derretida e páginas de dicionário, são alguns dos materiais utilizados pelo artista nas 16 obras expostas, feitas entre 2008 e 2014.
Luiz Martins busca, na junção de materiais, que a princípio não se associam, novas maneiras de entender a linguagem dos seus trabalhos para resignificar a linguagem criada pelo homem.
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A exposição “Não está no dicionário”
Horário: segunda a sexta, das 10h às 20h; sábado, das 10h às 16h.
Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA), na Unidade 1
Rua Dr. Álvaro Alvim, 76 – Vila Mariana.
Evento gratuito e aberto ao público.
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CRONOLOGIA

1970 – Luiz Martins nasce em Machacalis – Minas Gerais, ao 16 anos vai estudar na cidade de Teixeira de Freitas / Bahia, onde  começa fazer pequenos desenhos ilustrativos para trabalhos de escola.
Aos 17 anos vem para São Paulo onde reside atualmente.

1992 – inicia o curso de pintura e desenho no atelier dos artistas AdrianaRocha ,Luis
Sôlha, Renata Barros, Mo Toledo e outros ficando no atelier apenas dois meses, torna-se assistente da Adriana Rocha  e Renata Barros.

1994 – Torna-se assistente do Artista Zélio Alves Pinto ficando até 2006, nesse  período  começa a  freqüentar e visitar exposições e museus de São Paulo, Com o convívio inicia seus estudos referente a arte primitiva , a arte indígena e outras manifestações de povos primitivos do mundo como Oceania,África,Peru etc…

1995 – Participa de sua primeira exposição coletiva no Espaço Cultural Casper Líbero /SP
e no Centro Cultural São Paulo

1996 – Primeira exposição individual na Galeria União Cultural Brasil Estados Unidos / SP

1997 – Coletiva na Galeria Arlete Mello /SP
1998 – Individual no MUSEU BANESPA/ SP
1999 –Coletiva na Galeria Arte Aplicada /SP
Individual na Galeria Sala Mario Pedrosa / SP

2000 – Individual na Pinacoteca Municipal de Amparo / SP
-Galeria A Hebraica / SP

2002 – Exposição CORPO EM SILENCIO na Galeria Val de Almeida Jr. SP, resultado da  pesquisa e estudos sobre os Sítios Arqueológico da Pedra do Ingá/ Paraíba e São Raimundo Nonato.A mesma exposição torna se itinerante é montada na Galeria Stela Ferraz em Piracicaba, volta para São Paulo para o Espaço Cultural Unicid.

2003 – Coletiva  na Galeria do Forte em Chaves/Portugal.

2004 –Individual no Centro de Criatividade de Curitiba/ PR.
– Individual na galeria Art Lofts/SP.
– Coletiva na Galeria IBEU / RJ no PROJETO NOVOS NOVISSIMOS como ganhador do premio exposição individual.

2005 – Individual de gravura na galeria Graphias / SP
2006 – Individual no IBEU/RJ
Coletiva Quatro gravadores na galeria Art Lofts / SP
Individual em Viena / Áustria.

Maratona Castelo Rá-Tim-Bum no MIS

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MARATONA
Na madrugada de sábado (20.12) para domingo (21.12), o MIS realiza a MARATONA CASTELO. O evento consiste em uma madrugada inteira com a exposição Castelo Rá-Tim-Bum aberta ininterruptamente.
Os ingressos podem ser adquiridos no site Ingresso Rápido a partir das 12h horas do dia 16 de dezembro (terça-feira) e na recepção do MIS a partir das 23h do dia 20.12.
PRORROGAÇÃO

Devido ao enorme sucesso de público e a inúmeros pedidos, Castelo Rá-Tim-Bum – A exposição foi prorrogada até o dia 25 de janeiro! Para tornar isto possível, foi fundamental o apóio do novo patrocinador, a AB  Concessões, além da Faber-Castell, Samsung, Itaú, PRODESP e SMC. (patrocinadores), Concha Y Toro e Crescer (Apoio) e a parceria da Tv Cultura/Fundação Padre Anchieta.
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Sobre o programa
Castelo Rá-Tim-Bum foi um programa de televisão brasileiro voltado para o público infanto-juvenil, produzido e transmitido pela TV Cultura entre 1994 e 1997. O programa foi parcialmente inspirado no também educativo Rá-Tim-Bum, e deu origem a uma franquia televisiva, da qual também faz parte Ilha Rá-Tim-Bum. O Castelo é uma criação do dramaturgo Flávio de Souza e do diretor Cao Hamburger, com roteiros de Dionisio Jacob (Tacus), Cláudia Dalla Verde, Anna Muylaert, entre outros.
Com a colaboração de 250 profissionais entre diretores, atores, equipe de efeitos visuais, cenógrafos, pintores, marceneiros, músicos, professores de português, especialistas em pedagogia,o Castelo Rá-Tim-Bum foi eleito o melhor programa infantil de 1994 pela Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA. Ainda em 1994 e 1995, recebeu a medalha de prata na categoria melhor programa infantil do Festival de Nova York; em 1995, ganhou o Prêmio Sharp de Música para o melhor disco infantil; e entre 1999 e 2001 a série foi exibida para toda América Latina pelo canal a cabo Nickelodeon.exposição-castelo-ra-tim-bum-modaworks_002

Folder da exposição
Agora você pode visualizar e fazer download do Folder da exposição em qualquer lugar que estiver!
Para acessar clique aqui.

 

Confira as DICAS PARA ENTRAR NO CASTELO

Ingressos na bilheteria do Museu
R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia). Gratuito às terças e para menores de cinco anos. Éobrigatória a apresentação do comprovante de meia-entrada.

• Os ingressos adquiridos na bilheteria valem para a mesma data da compra.

• É permitida a venda de até 4 ingressos por pessoa ou 2 ingressos por preferencial (um para o mesmo e um para seu acompanhante)

  • Não aceitamos cartões de crédito e Vale Cultura• Recomendamos chegar cedo para comprar ingressos na bilheteria, já que a exposição está com uma grande procura e possui número limitado de visitantes por dia.

    • Não é permitido entrar com bolsas, sacolas e mochilas. As mesmas deverão ser deixadas no guarda-volumes do MIS. Evite trazer objetos grandes.

Para quem já garantiu a entrada pelo site, atenção:

• O ingresso é válido somente para o horário selecionado no ato da compra com uma tolerância de até 30 minutos após o horário estipulado no ato da compra. Excedido este horário, ele perderá a validade.

• Com o ingresso comprado pela internet, o visitante acessa diretamente a recepção do museu para a impressão do ingresso, e está sujeito à fila de entrada para a exposição.

• É indispensável a apresentação do comprovante de meia entrada.

• Caso os ingressos online estejam esgotados, há somente a opção de compra diretamente na bilheteria, no dia da visita.

Confira os novos horários:
Terça à sexta: 8h às 21h
Sábado: somente venda online 
Domingos e feriados: 8h às 20h

ATENÇÃO! Aos sábados não há venda para a exposição na Bilheteria MIS

Nos dias 24 e 25/12 – 29, 30, 31/12 e 01/01, a exposição estará fechada

A Paisagem Mexicana no MUBE

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Em cartaz até 25 de janeiro de 2015.

Pela primeira vez no Brasil, sob curadoria de Juan Manuel Reza, o MuBE – Museu Brasileiro da Escultura recebe uma das maiores exposições sobre a natureza e o cosmos, do artista mexicano Luis Nishizawa.

Conhecido mundialmente por traçar um diálogo em sua obra, com a natureza e o cosmos, Luis Nishizawa expressa a grandeza de montanhas e vulcões e, assim, difunde uma visão espacial, colossal e a perspectiva geográfica das paisagens mexicanas.

O MUBE exibe 37 trabalhos do artista, entre pinturas, serigrafias e gravuras, dentre elas, uma pequena seleção de fantásticas obras pictóricas do gênero Natureza Morta. Esta mostra revela o multifacetado, que caracteriza Nishizawa, como artista.

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Sobre o artista:

Luis Nishizawa Flores, pintor mexicano, nasceu em Cuatitlán, México, no dia 2 de fevereiro de 1918. Seu pai, Kenji Nishizawa, nativo do Estado de Nagano, Japão, e sua mãe, Maria de Jesús Flores, do Estado do México.

Começou a estudar arte quando foi aceito na prestigiosa Academia de San Carlos, em 1942 e realizou sua primeira exposição em 1951, no Salão de Artes Plásticas, transformando-se num dos mais importantes artistas mexicanos.

Em 1996, ganhou o Prêmio Nacional de Ciências e Artes na categoria das Belas Artes. Também tem recebido outros importantes reconhecimentos, tanto nacionais, quanto internacionais, dentre eles, a condecoração do Governo do Japão, com a medalha Tesouro Sagrado do Dragão, em 1987.

Nishizawa é um dos maiores representantes de paisagens naturais contemporâneas na pintura universal. Trabalhou e lecionou na cidade de Toluca, onde transformou sua casa em estúdio, quase até o momento de sua morte, aos 96 anos.  Seu falecimento deu-se há apenas uma semana antes da abertura da exposição de sua obra, em Brasília.

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A PAISAGEM MEXICANA NA PLÁSTICA DE LUIS NISHIZAWA

Data de encerramento: 26 de janeiro de 2015

Horário: de terça a domingo, das 10 às 19 horas

Endereço: Rua Alemanha, 221 – Jd Eurupa

Informações para imprensa: Viviane Nunes Comunicação, com Eduardo Roth – (11) 2925-0339 viviane@vivianenunes.com.br

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Cidade Gráfica

As relações poéticas e críticas entre o design gráfico e as questões urbanas são o tema da mostra Cidade Gráfica, em cartaz no Itaú Cultural, em São Paulo, de 20 de novembro a 4 de janeiro. Com curadoria dos designers Celso Longo, Daniel Trench e Elaine Ramos, a exposição reúne projetos gráficos (livros, cartazes, fontes), pesquisas acadêmicas e obras na fronteira entre design e artes visuais. Além disso, no dia 26 de novembro, às 20h, ocorre um debate sobre a temática da mostra, com participação dos curadores e do também designer João de Souza Leite.

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Os trabalhos expostos foram selecionados de dois modos. Em um primeiro momento, os curadores investigaram a produção no campo do design gráfico em viagens a capitais brasileiras e por contatos com suas redes. Em seguida, foi realizada uma chamada aberta de projetos, para conseguir um mapeamento mais abrangente. O resultado das seleções é apresentado sem distinções no espaço expositivo.

A exposição também foge a definições rígidas do design gráfico, que aparece em simbiose com a dança, as artes visuais, a performance e a fotografia.

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Cidade Gráfica
Em cartaz até
4 de janeiro de 2015
terça a sexta 9h às 20h [permanência até as 20h30]
sábado, domingo e feriado 11h às 20h
Piso 1 e -1
Classificação: livre para todos os públicos

© 2014 Itaú Cultural

Atendimento – Email: atendimento@itaucultural.org.br

Fones: 11 2168 1777 / 2168 1776

Avenida Paulista, 149 – São Paulo/SP

 

Estrada, Paisagem e Capim – Fotografias no Jalapão

Com trabalhos da artista, fotógrafa e antropóloga Silvia Helena Cardoso, material de sua tese de doutorado, a exposição Estrada, Paisagem e Capim – Fotografias no Jalapão ocupa o Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA) entre 6 de novembro  de 2014 a 13 de fevereiro de 2015, período em que o público confere imagens de estradas e paisagens que remetem ao longínquo.
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O acervo reúne 24 fotografias, parte do portfólio da artista, o livro de sua tese e cadernos de estudo. Trata-se de uma pesquisa em poética visual realizada durante quatro viagens ao cerrado jalapoeiro, no interior do Tocantins. A fotografia digital e as anotações constituem-se, neste caso, como expressão e desenvolvimento do percurso processual do trabalho realizado.
Exposição “Estrada, Paisagem e Capim – Fotografias no Jalapão”
6 de novembro de 2014 a 13 de fevereiro de 2015, segunda a sexta, das 10h às 20h; sábado, das 10h às 16h
Museu de Belas Artes de São Paulo (MUBA)
Rua José Antônio Coelho, 879  – Vila Mariana
Evento gratuito e aberto à comunidade

A Iconografia da Serpente

Museu Afro Brasil abre duas exposições sobre iconografia da serpente

Artista plástico português José de Guimarães apresenta novo trabalho em homenagem aos dez anos da instituição
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A serpente sempre capturou a atenção do homem. Poucos animais possuem uma iconografia tão rica, com a presença de arquétipos contrapostos: o bem e o mal; conhecimento e desrazão; a vida e a morte. O Museu Afro Brasil, Instituição da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, envereda pelos caminhos sinuosos das representações artísticas do ofídio, em duas novas exposições simultâneas: “José de Guimarães – O Ritual da Serpente: 10 Guaches inspirados na obra de Aby Warburg” e “A Serpente no Imaginário Artístico”. 
As exposições permanecem em cartaz até o dia 31 de dezembro. A entrada é gratuita. 
O Museu Afro Brasil lançou seu aplicativo para dispositivos móveis, disponível para Android e IOS, com download gratuito na Google Play e App Store. O aplicativo traz informações sobre o Museu, o Diretor-Curador Emanoel Araujo, seu Acervo, disponibilidade de programação cultural atualizada (exposições temporárias e eventos educativos), geolocalização e funcionalidades de audioguia.
Um dos mais importantes entre os atuais artistas plásticos de Portugal, conhecido pelo uso rigoroso das cores, José de Guimarães apresenta seu mais recente trabalho, realizado especialmente para as comemorações dos dez anos do Museu Afro Brasil. Os dez guaches espelham sua interpretação pictórica da obra do historiador da arte Aby Warburg (1866-1929). O estudioso alemão esteve na América do Norte, no final do século XIX, para pesquisar sobre o “Ritual da Serpente” dos índios hopis.
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“A arte de José de Guimarães é ao mesmo tempo una e múltipla, como o próprio artista que, ao deixar-se contaminar por uma diversidade de culturas, cria uma comunicação e uma identidade mestiças, regenerando padrões e singularidades”, afirma Emanoel Araujo, diretor-curador do Museu Afro Brasil. Ele também assina a curadoria das duas exposições. Essa é a segunda exposição dos trabalhos de Guimarães no Museu Afro Brasil. Em 2006, ele realizou a exposição “África e Africanias”.
Já a mostra “A Serpente no Imaginário Artístico” capta toda a extensa simbologia da serpente nas artes. Ela é encontrada nas máscaras gueledé, e nas variegadas garrafas e bandeiras do vodu haitiano, que integram a mostra. Suas formas tortuosas inspiraram a visão dos artistas: ela se esgueira na escultura de Mestre Didi, e do beninense Kifouli, reverbera na tela de Siron Franco, e se incrusta na gravura de Gilvan Samico. Estarão expostas também obras de Carybé, Juarez Paraíso, Francisco Graciano, Noemisa Batista dos Santos, além de trabalhos do Benim e Haiti. As obras dessa mostra pertencem ao acervo do Museu Afro Brasil.

Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n
Parque Ibirapuera – Portão 10 – São Paulo / SP – 04094 050
Fone: 55 11 3320-8900
Entrada gratuita
www.museuafrobrasil.org.br

O funcionamento do museu é de terça-feira a domingo, das 10 às 17hs,
Com permanência até às 18hs.

Na última quinta-feira de cada mês, o horário de funcionamento será estendido até às 21hs, para atendimento noturno ao público visitante.

Informações para a imprensa – Museu Afro Brasil
Neto Correa: 3320-8940  – neto.correa@museuafrobrasil.org.br
Gabriel Cruz: 3320-8940 – gabriel.cruz@museuafrobrasil.org.br

Informações para a imprensa – Secretaria de Estado da Cultura
Jamille Menezes – (11) 2627 8243 – jmferreira@sp.gov.br
Renata Beltrão – (11) 2627 8164 – rmbeltrao@sp.gov.br