MAC USP Ibirapuera – Flieg fotógrafo

 

Flieg fotógrafo. Indústria, design, publicidade, arquitetura e arte na obra de Hans Gunter Flieg

029amp08Em cartaz até 29 MAR 2015
MAC USP Ibirapuera – 3º andar

Hans Gunter Flieg no Museu de Arte Contemporânea da USP

A história da fotografia moderna no Brasil ainda apresenta segmentos pouco estudados e mal conhecidos como é o caso da produção voltada à indústria, à arquitetura, ao design e à publicidade. O nome de Hans Gunter Flieg desponta nesse contexto por seu caráter pioneiro e pela excelência de sua contribuição para a profissionalização dessas áreas no Brasil nas quais atuou durante cerca de quatro décadas. Imigrante alemão de origem judaica, Flieg chegou ao Brasil em 1939, instalando-se na capital paulista, que nas duas décadas seguintes passaria por um processo de intenso desenvolvimento econômico e industrial. Foi, portanto, em um mercado de trabalho emergente que Hans Gunter Flieg deu início a suas atividades como fotógrafo, colocando-se a serviço de um empresariado que logo passaria a investir no campo da arte como forma de construir para si uma nova identidade cultural.

A prosperidade do pós-guerra no Brasil, especialmente no Estado de São Paulo, resultou na criação de importantes instituições culturais: Museu de Arte de São Paulo (1947), Museu de Arte Moderna de São Paulo (1948) e Bienal de São Paulo (1951). Não por acaso, Hans Gunter Flieg, que desde 1945 havia se estabelecido como fotógrafo profissional, seria comissionado para registrar também as atividades do circuito artístico paulistano na primeira metade da década seguinte. A documentação da primeira Bienal de São Paulo, que produziu a convite de Cicillo Matarazzo, foi seu primeiro trabalho na área. Destacam-se aqui os registros da demolição do belvedere do Trianon para dar lugar ao pavilhão da Bienal e dos espaços de exposição e obras, muitas das quais passariam mais tarde a integrar o acervo do MAC USP.

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O mesmo rigor com que fotografava peças e maquinários industriais foi aplicado por Hans Gunter Flieg ao registro daUnidade Tripartida, obra de Max Bill, premiada na primeira Bienal de São Paulo. A escolha precisa do ponto de vista, os contrastes de luz e sombra, as alternâncias entre reflexos e opacidades, permitem ao observador ter uma percepção quase tátil da escultura, em que pese o caráter bidimensional da cópia fotográfica. Não estamos diante de um simples registro, mas de uma interpretação da obra por meio da fotografia. Flieg nos ensina a deslizar os olhos pela superfície contínua da peça e enfatiza as conexões entre arte e tecnologia propostas por Bill, sem nos deixar esquecer da ligação indissociável que se estabelecera naquele momento no Brasil entre o capital industrial e o capital simbólico representado pelas artes.

Por fim, cabe mencionar que o edifício projetado por Oscar Niemeyer para as comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, ocupado agora pelo MAC USP, é particularmente adequado para abrigar uma ampla retrospectiva de Hans Gunter Flieg, cujo acervo encontra-se hoje preservado no Instituto Moreira Salles, organizador com o MAC USP da presente exposição. O reencontro entre a produção fotográfica de Flieg e um dos lugares que melhor encarnou o ideário modernista na capital paulista é a oportunidade de refletirmos criticamente sobre o legado da fotografia moderna tomada, a um só tempo, enquanto atividade prática e projeção utópica.

Helouise Costa – Docente e curadora do MAC USP

 

Todas as exposições em cartaz acontecem no MAC USP Ibirapuera.

MAC USP Ibirapuera
Terça das 10 às 21 horas, quarta a domingo das 10 às 18 horas
Segunda-feira fechado
Avenida Pedro Álvares Cabral, 1301
04094-050 – São Paulo – SP – Brasil
55 11 2648.0254
Entrada gratuita

‘Não está no dicionário’ no MUBA

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Em cartaz até fevereiro de 2015, o público terá acesso no MUBA – Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA), a produção do artista mineiro Luiz Martins.

Sob curadoria de Adriano Casanova, a mostra reúne desenhos, gravuras e escultoras do artista mineiro Luiz Martins, além de uma instalação, que reúne uma série de trabalhos criados com páginas de dicionário.

Nanquim, tinta óleo, metal, madeira, cera derretida e páginas de dicionário, são alguns dos materiais utilizados pelo artista nas 16 obras expostas, feitas entre 2008 e 2014.
Luiz Martins busca, na junção de materiais, que a princípio não se associam, novas maneiras de entender a linguagem dos seus trabalhos para resignificar a linguagem criada pelo homem.
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A exposição “Não está no dicionário”
Horário: segunda a sexta, das 10h às 20h; sábado, das 10h às 16h.
Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA), na Unidade 1
Rua Dr. Álvaro Alvim, 76 – Vila Mariana.
Evento gratuito e aberto ao público.
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CRONOLOGIA

1970 – Luiz Martins nasce em Machacalis – Minas Gerais, ao 16 anos vai estudar na cidade de Teixeira de Freitas / Bahia, onde  começa fazer pequenos desenhos ilustrativos para trabalhos de escola.
Aos 17 anos vem para São Paulo onde reside atualmente.

1992 – inicia o curso de pintura e desenho no atelier dos artistas AdrianaRocha ,Luis
Sôlha, Renata Barros, Mo Toledo e outros ficando no atelier apenas dois meses, torna-se assistente da Adriana Rocha  e Renata Barros.

1994 – Torna-se assistente do Artista Zélio Alves Pinto ficando até 2006, nesse  período  começa a  freqüentar e visitar exposições e museus de São Paulo, Com o convívio inicia seus estudos referente a arte primitiva , a arte indígena e outras manifestações de povos primitivos do mundo como Oceania,África,Peru etc…

1995 – Participa de sua primeira exposição coletiva no Espaço Cultural Casper Líbero /SP
e no Centro Cultural São Paulo

1996 – Primeira exposição individual na Galeria União Cultural Brasil Estados Unidos / SP

1997 – Coletiva na Galeria Arlete Mello /SP
1998 – Individual no MUSEU BANESPA/ SP
1999 –Coletiva na Galeria Arte Aplicada /SP
Individual na Galeria Sala Mario Pedrosa / SP

2000 – Individual na Pinacoteca Municipal de Amparo / SP
-Galeria A Hebraica / SP

2002 – Exposição CORPO EM SILENCIO na Galeria Val de Almeida Jr. SP, resultado da  pesquisa e estudos sobre os Sítios Arqueológico da Pedra do Ingá/ Paraíba e São Raimundo Nonato.A mesma exposição torna se itinerante é montada na Galeria Stela Ferraz em Piracicaba, volta para São Paulo para o Espaço Cultural Unicid.

2003 – Coletiva  na Galeria do Forte em Chaves/Portugal.

2004 –Individual no Centro de Criatividade de Curitiba/ PR.
– Individual na galeria Art Lofts/SP.
– Coletiva na Galeria IBEU / RJ no PROJETO NOVOS NOVISSIMOS como ganhador do premio exposição individual.

2005 – Individual de gravura na galeria Graphias / SP
2006 – Individual no IBEU/RJ
Coletiva Quatro gravadores na galeria Art Lofts / SP
Individual em Viena / Áustria.

Maratona Castelo Rá-Tim-Bum no MIS

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MARATONA
Na madrugada de sábado (20.12) para domingo (21.12), o MIS realiza a MARATONA CASTELO. O evento consiste em uma madrugada inteira com a exposição Castelo Rá-Tim-Bum aberta ininterruptamente.
Os ingressos podem ser adquiridos no site Ingresso Rápido a partir das 12h horas do dia 16 de dezembro (terça-feira) e na recepção do MIS a partir das 23h do dia 20.12.
PRORROGAÇÃO

Devido ao enorme sucesso de público e a inúmeros pedidos, Castelo Rá-Tim-Bum – A exposição foi prorrogada até o dia 25 de janeiro! Para tornar isto possível, foi fundamental o apóio do novo patrocinador, a AB  Concessões, além da Faber-Castell, Samsung, Itaú, PRODESP e SMC. (patrocinadores), Concha Y Toro e Crescer (Apoio) e a parceria da Tv Cultura/Fundação Padre Anchieta.
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Sobre o programa
Castelo Rá-Tim-Bum foi um programa de televisão brasileiro voltado para o público infanto-juvenil, produzido e transmitido pela TV Cultura entre 1994 e 1997. O programa foi parcialmente inspirado no também educativo Rá-Tim-Bum, e deu origem a uma franquia televisiva, da qual também faz parte Ilha Rá-Tim-Bum. O Castelo é uma criação do dramaturgo Flávio de Souza e do diretor Cao Hamburger, com roteiros de Dionisio Jacob (Tacus), Cláudia Dalla Verde, Anna Muylaert, entre outros.
Com a colaboração de 250 profissionais entre diretores, atores, equipe de efeitos visuais, cenógrafos, pintores, marceneiros, músicos, professores de português, especialistas em pedagogia,o Castelo Rá-Tim-Bum foi eleito o melhor programa infantil de 1994 pela Associação Paulista de Críticos de Arte – APCA. Ainda em 1994 e 1995, recebeu a medalha de prata na categoria melhor programa infantil do Festival de Nova York; em 1995, ganhou o Prêmio Sharp de Música para o melhor disco infantil; e entre 1999 e 2001 a série foi exibida para toda América Latina pelo canal a cabo Nickelodeon.exposição-castelo-ra-tim-bum-modaworks_002

Folder da exposição
Agora você pode visualizar e fazer download do Folder da exposição em qualquer lugar que estiver!
Para acessar clique aqui.

 

Confira as DICAS PARA ENTRAR NO CASTELO

Ingressos na bilheteria do Museu
R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia). Gratuito às terças e para menores de cinco anos. Éobrigatória a apresentação do comprovante de meia-entrada.

• Os ingressos adquiridos na bilheteria valem para a mesma data da compra.

• É permitida a venda de até 4 ingressos por pessoa ou 2 ingressos por preferencial (um para o mesmo e um para seu acompanhante)

  • Não aceitamos cartões de crédito e Vale Cultura• Recomendamos chegar cedo para comprar ingressos na bilheteria, já que a exposição está com uma grande procura e possui número limitado de visitantes por dia.

    • Não é permitido entrar com bolsas, sacolas e mochilas. As mesmas deverão ser deixadas no guarda-volumes do MIS. Evite trazer objetos grandes.

Para quem já garantiu a entrada pelo site, atenção:

• O ingresso é válido somente para o horário selecionado no ato da compra com uma tolerância de até 30 minutos após o horário estipulado no ato da compra. Excedido este horário, ele perderá a validade.

• Com o ingresso comprado pela internet, o visitante acessa diretamente a recepção do museu para a impressão do ingresso, e está sujeito à fila de entrada para a exposição.

• É indispensável a apresentação do comprovante de meia entrada.

• Caso os ingressos online estejam esgotados, há somente a opção de compra diretamente na bilheteria, no dia da visita.

Confira os novos horários:
Terça à sexta: 8h às 21h
Sábado: somente venda online 
Domingos e feriados: 8h às 20h

ATENÇÃO! Aos sábados não há venda para a exposição na Bilheteria MIS

Nos dias 24 e 25/12 – 29, 30, 31/12 e 01/01, a exposição estará fechada

A Paisagem Mexicana no MUBE

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Em cartaz até 25 de janeiro de 2015.

Pela primeira vez no Brasil, sob curadoria de Juan Manuel Reza, o MuBE – Museu Brasileiro da Escultura recebe uma das maiores exposições sobre a natureza e o cosmos, do artista mexicano Luis Nishizawa.

Conhecido mundialmente por traçar um diálogo em sua obra, com a natureza e o cosmos, Luis Nishizawa expressa a grandeza de montanhas e vulcões e, assim, difunde uma visão espacial, colossal e a perspectiva geográfica das paisagens mexicanas.

O MUBE exibe 37 trabalhos do artista, entre pinturas, serigrafias e gravuras, dentre elas, uma pequena seleção de fantásticas obras pictóricas do gênero Natureza Morta. Esta mostra revela o multifacetado, que caracteriza Nishizawa, como artista.

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Sobre o artista:

Luis Nishizawa Flores, pintor mexicano, nasceu em Cuatitlán, México, no dia 2 de fevereiro de 1918. Seu pai, Kenji Nishizawa, nativo do Estado de Nagano, Japão, e sua mãe, Maria de Jesús Flores, do Estado do México.

Começou a estudar arte quando foi aceito na prestigiosa Academia de San Carlos, em 1942 e realizou sua primeira exposição em 1951, no Salão de Artes Plásticas, transformando-se num dos mais importantes artistas mexicanos.

Em 1996, ganhou o Prêmio Nacional de Ciências e Artes na categoria das Belas Artes. Também tem recebido outros importantes reconhecimentos, tanto nacionais, quanto internacionais, dentre eles, a condecoração do Governo do Japão, com a medalha Tesouro Sagrado do Dragão, em 1987.

Nishizawa é um dos maiores representantes de paisagens naturais contemporâneas na pintura universal. Trabalhou e lecionou na cidade de Toluca, onde transformou sua casa em estúdio, quase até o momento de sua morte, aos 96 anos.  Seu falecimento deu-se há apenas uma semana antes da abertura da exposição de sua obra, em Brasília.

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A PAISAGEM MEXICANA NA PLÁSTICA DE LUIS NISHIZAWA

Data de encerramento: 26 de janeiro de 2015

Horário: de terça a domingo, das 10 às 19 horas

Endereço: Rua Alemanha, 221 – Jd Eurupa

Informações para imprensa: Viviane Nunes Comunicação, com Eduardo Roth – (11) 2925-0339 viviane@vivianenunes.com.br

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Cidade Gráfica

As relações poéticas e críticas entre o design gráfico e as questões urbanas são o tema da mostra Cidade Gráfica, em cartaz no Itaú Cultural, em São Paulo, de 20 de novembro a 4 de janeiro. Com curadoria dos designers Celso Longo, Daniel Trench e Elaine Ramos, a exposição reúne projetos gráficos (livros, cartazes, fontes), pesquisas acadêmicas e obras na fronteira entre design e artes visuais. Além disso, no dia 26 de novembro, às 20h, ocorre um debate sobre a temática da mostra, com participação dos curadores e do também designer João de Souza Leite.

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Os trabalhos expostos foram selecionados de dois modos. Em um primeiro momento, os curadores investigaram a produção no campo do design gráfico em viagens a capitais brasileiras e por contatos com suas redes. Em seguida, foi realizada uma chamada aberta de projetos, para conseguir um mapeamento mais abrangente. O resultado das seleções é apresentado sem distinções no espaço expositivo.

A exposição também foge a definições rígidas do design gráfico, que aparece em simbiose com a dança, as artes visuais, a performance e a fotografia.

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Cidade Gráfica
Em cartaz até
4 de janeiro de 2015
terça a sexta 9h às 20h [permanência até as 20h30]
sábado, domingo e feriado 11h às 20h
Piso 1 e -1
Classificação: livre para todos os públicos

© 2014 Itaú Cultural

Atendimento – Email: atendimento@itaucultural.org.br

Fones: 11 2168 1777 / 2168 1776

Avenida Paulista, 149 – São Paulo/SP

 

Estrada, Paisagem e Capim – Fotografias no Jalapão

Com trabalhos da artista, fotógrafa e antropóloga Silvia Helena Cardoso, material de sua tese de doutorado, a exposição Estrada, Paisagem e Capim – Fotografias no Jalapão ocupa o Museu Belas Artes de São Paulo (MUBA) entre 6 de novembro  de 2014 a 13 de fevereiro de 2015, período em que o público confere imagens de estradas e paisagens que remetem ao longínquo.
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O acervo reúne 24 fotografias, parte do portfólio da artista, o livro de sua tese e cadernos de estudo. Trata-se de uma pesquisa em poética visual realizada durante quatro viagens ao cerrado jalapoeiro, no interior do Tocantins. A fotografia digital e as anotações constituem-se, neste caso, como expressão e desenvolvimento do percurso processual do trabalho realizado.
Exposição “Estrada, Paisagem e Capim – Fotografias no Jalapão”
6 de novembro de 2014 a 13 de fevereiro de 2015, segunda a sexta, das 10h às 20h; sábado, das 10h às 16h
Museu de Belas Artes de São Paulo (MUBA)
Rua José Antônio Coelho, 879  – Vila Mariana
Evento gratuito e aberto à comunidade

A Iconografia da Serpente

Museu Afro Brasil abre duas exposições sobre iconografia da serpente

Artista plástico português José de Guimarães apresenta novo trabalho em homenagem aos dez anos da instituição
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A serpente sempre capturou a atenção do homem. Poucos animais possuem uma iconografia tão rica, com a presença de arquétipos contrapostos: o bem e o mal; conhecimento e desrazão; a vida e a morte. O Museu Afro Brasil, Instituição da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, envereda pelos caminhos sinuosos das representações artísticas do ofídio, em duas novas exposições simultâneas: “José de Guimarães – O Ritual da Serpente: 10 Guaches inspirados na obra de Aby Warburg” e “A Serpente no Imaginário Artístico”. 
As exposições permanecem em cartaz até o dia 31 de dezembro. A entrada é gratuita. 
O Museu Afro Brasil lançou seu aplicativo para dispositivos móveis, disponível para Android e IOS, com download gratuito na Google Play e App Store. O aplicativo traz informações sobre o Museu, o Diretor-Curador Emanoel Araujo, seu Acervo, disponibilidade de programação cultural atualizada (exposições temporárias e eventos educativos), geolocalização e funcionalidades de audioguia.
Um dos mais importantes entre os atuais artistas plásticos de Portugal, conhecido pelo uso rigoroso das cores, José de Guimarães apresenta seu mais recente trabalho, realizado especialmente para as comemorações dos dez anos do Museu Afro Brasil. Os dez guaches espelham sua interpretação pictórica da obra do historiador da arte Aby Warburg (1866-1929). O estudioso alemão esteve na América do Norte, no final do século XIX, para pesquisar sobre o “Ritual da Serpente” dos índios hopis.
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“A arte de José de Guimarães é ao mesmo tempo una e múltipla, como o próprio artista que, ao deixar-se contaminar por uma diversidade de culturas, cria uma comunicação e uma identidade mestiças, regenerando padrões e singularidades”, afirma Emanoel Araujo, diretor-curador do Museu Afro Brasil. Ele também assina a curadoria das duas exposições. Essa é a segunda exposição dos trabalhos de Guimarães no Museu Afro Brasil. Em 2006, ele realizou a exposição “África e Africanias”.
Já a mostra “A Serpente no Imaginário Artístico” capta toda a extensa simbologia da serpente nas artes. Ela é encontrada nas máscaras gueledé, e nas variegadas garrafas e bandeiras do vodu haitiano, que integram a mostra. Suas formas tortuosas inspiraram a visão dos artistas: ela se esgueira na escultura de Mestre Didi, e do beninense Kifouli, reverbera na tela de Siron Franco, e se incrusta na gravura de Gilvan Samico. Estarão expostas também obras de Carybé, Juarez Paraíso, Francisco Graciano, Noemisa Batista dos Santos, além de trabalhos do Benim e Haiti. As obras dessa mostra pertencem ao acervo do Museu Afro Brasil.

Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n
Parque Ibirapuera – Portão 10 – São Paulo / SP – 04094 050
Fone: 55 11 3320-8900
Entrada gratuita
www.museuafrobrasil.org.br

O funcionamento do museu é de terça-feira a domingo, das 10 às 17hs,
Com permanência até às 18hs.

Na última quinta-feira de cada mês, o horário de funcionamento será estendido até às 21hs, para atendimento noturno ao público visitante.

Informações para a imprensa – Museu Afro Brasil
Neto Correa: 3320-8940  – neto.correa@museuafrobrasil.org.br
Gabriel Cruz: 3320-8940 – gabriel.cruz@museuafrobrasil.org.br

Informações para a imprensa – Secretaria de Estado da Cultura
Jamille Menezes – (11) 2627 8243 – jmferreira@sp.gov.br
Renata Beltrão – (11) 2627 8164 – rmbeltrao@sp.gov.br

Leonardo da Vinci, a natureza da invenção

Originalmente realizada em Paris, é a primeira vez que a exposição vem para um país fora da Europa, resultado da parceria do Sesi-SP e da Universcience (organização francesa criada em 2010 a partir da fusão Cidade da Ciência e da Indústria e do Palácio da Descoberta de Paris).

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Mostrar Leonardo da Vinci como um homem do seu tempo é o objetivo da exposição, segundo o curador da mostra. “A exposição busca explicar a genialidade de Leonardo mas não como muitas pessoas pensam, como um inventor de muitas coisas, mas sim como um homem do seu tempo. A inovação vem da observação de tudo que estava a volta dele: a natureza e o trabalho de outras pessoas”, explicou.

A exposição traz mais de 40 peças e 10 instalações interativas que representam a trajetória de um dos mais importantes artistas da história mundial. Os projetos foram produzidos por pesquisadores e engenheiros, em 1952, para a celebração do quinto centenário de nascimento de Leonardo da Vinci (1452-1519).

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Data:  até 10 de maio de 2015

Horário: diariamente, das 10h às 20h.
Recomendação: a partir de 5 anos 
Valor: Entrada gratuita. Os espaços têm acessibilidade.
Local:  Galeria de Arte do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso (av. Paulista, 1.313, em frente à estação Trianon-Masp do Metrô). Tel 3146 -7405.
Facilidades

  • Estacionamento aberto, ao lado do Prédio da Fiesp. Não conveniado. 
  • Estação Trianon-Masp do metrô ( na frente do prédio!)

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