Dalí no Instituto Tomie Ohtake

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O artista Salvador Dalí em 1956 (Foto: Derechos de Imagen de Salvador Dalí reservados. Fundació Gala-Salvador Dalí, Figueres, 2014)

A retrospectiva do artista espanhol tem tudo para se tornar a nova mostra mais badalada da cidade. No fim de semana de estreia, muita gente que chegou por volta do meio-dia ao Instituto Tomie Ohtake só conseguiu entrar às 17h. Mas sem grandes dramas. A organização do evento criou um sistema de senhas para evitar que as pessoas fiquem amargando de pé na fila, como aconteceu na exposição da japonesa Yayoi Kusama. Elas são distribuídas a partir das 10 da manhã para três horários: 11h, 14h e 17h. Vale, sim, a pena se organizar para ver as 218 peças exibidas. Elas apresentam um Dalí minucioso (chegou a pintar com pincéis de duas cerdas e auxílio de uma lupa) e sóbrio, que passou pelo cubismo e pelo impressionismo antes de se encontrar no surrealismo. Entre as 24 telas há preciosidades como A Memória da Mulher-Menina, uma das primeiras no estilo, na qual se nota o árido e aflitivo mundo dos sonhos do artista. A abrangência dos trabalhos surge em belas gravuras pouco conhecidas que ilustram livros como Alice no País das Maravilhas ou fazem releituras impossíveis de desenhos botânicos do século XVIII. Infelizmente, pouco espaço foi dedicado ao seu lado marqueteiro, tão criticado quanto divertido. A Sala Mae West reproduz uma instalação inspirada na atriz americana e rende boas selfies, porque cria a ilusão de “entrar” na obra. Para ela, há uma fila à parte de, pelo menos, quarenta minutos. De 19/10/2014. Até 11/1/2015.

por Laura Ming

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El Pie de Gala (1975‐76) (Foto: Fundació Gala‐Salvador Dalí, Figueres. ©Salvador Dalí, Fundació Gala‐Salvador Dalí, Figueres, 2014.)

EXPOSIÇÃO SALVADOR DALÍ – INFORMAÇÕES IMPORTANTES

FUNCIONAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE SENHAS:

Diariamente serão distribuídas senhas para visita à exposição Salvador Dalí.

As senhas, que terão validade apenas para o dia em que forem retiradas, são divididas em três horários de visitação: 11h, 14h e 17h.

A distribuição é feita na entrada do Instituto, das 10h às 18horas, ou até acabarem as senhas.

Serão distribuídas no máximo duas senhas por pessoa.

O Instituto Tomie Ohtake funciona de terça a domingo das 11h às 20horas e a última entrada na exposição Salvador Dalí é às 18horas.

A entrada é gratuita.

DICAS PARA SUA VISITA:

Não é permitido entrar com bolsas, sacolas e mochilas. As mesmas deverão ser deixadas no guarda-volumes do Instituto, na entrada da exposição;

O atendimento prioritário é restrito à pessoa mais um acompanhante;

A exposição pode ser fotografada, mas o uso de flash não é permitido;

Os dias mais tranquilos para visitação são as terças, quartas e quintas-feiras, entre 14h e 18horas.

Aproveite o audioguia da exposição no aplicativo do Instituto Tomie Ohtake, disponível para download na Apple Store ou GooglePlay;

VISITAS ESPECIAIS:

Para possibilitar a ampliação de conhecimentos acerca da exposição Salvador Dalí, o Instituto Tomie Ohtake criou um novo serviço, as Visitas Especiais.

Orientadas por educadores do nosso Núcleo de Ação Educativa, as visitas acontecem antes da abertura regular ao público, de terça a sexta-feira, das 9h às 10h30, em grupos de até 20 pessoas.

As Visitas Especiais são pagas e podem ser agendadas pelo aplicativo do Instituto Tomie Ohtake, disponível pela Apple Store ou pelo Google Play ou pelo link https://www.ingresse.com/profiles/institutotomieohtake.

Saiba mais:  http://www.institutotomieohtake.org.br/inicio/pdf-t/visitas-especiais-dali.pdf

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Retrato de mi Hermana (1925: tela de seu início de carreira (Foto: ©Salvador Dalí, Fundació Gala‐Salvador Dalí, Figueres, 2014)

Ron Mueck na Pinacoteca

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Depois de passarem pelo Rio de Janeiro, em março deste ano, as obras do artista Ron Mueck chegam à São Paulo. O trabalho hiper-realista do australiano ficará à mostra na Pinacoteca do Estado de SP a partir de 20 de novembro e deve ficar até fevereiro de 2015.

O trabalho artístico de Mueck é conhecido pelos impressionantes detalhes e perfeição das formas humanas, sem o uso de computadores. Os personagens criados por ele podem facilmente ser confundidos com pessoas reais, se não fosse pelo tamanho diferente das esculturas (sendo algumas em miniatura e outras em grandes proporções).

Na exposição paulista, serão exibidas as nove obras presentes na mostra que aconteceu no Rio de Janeiro. São elas “Woman With Shopping” (Mulher com as Compras), “Young Couple” (Jovem Casal), “Couple Under a Umbrella” (Casal debaixo do Guarda-Sol), “Woman with Sticks” (Mulher com Galhos) e “Mask II” (Máscara 2, um autorretrato do artista), “Man In a Boat” (Homem em um Barco), “Youth” (Juventude), “Still Life” (Natureza Morta) e “Drift” (À Deriva).

Além das esculturas, será veiculado o documentário “Still Life: Ron Mueck At Work” (2011-2013), de Gautier Deblonde, que mostra o processo criativo do artista. O preço para entrar no local é de 6 reais (inteira) e 3 reais (meia), e a entrada é gratuita aos sábados.

Luciana Carvalho, de EXAME.com

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Pinacoteca do Estado de São Paulo – Praça da Luz, 2 – São Paulo, SP
 Estação Luz do Metrô – Tel. 55 11 3324-1000
Terça a Domingo das 10h às 18h.  Quintas das 10h às 22h. Bilheteria até as 17h30.
Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66 – São Paulo, SP – Tel. 55 11 3335-4990
Memorial da Resistência de São Paulo – Largo General Osório, 66 – São Paulo, SP
Terça a Domingo das 10h às 18h. Bilheteria até as 17h30.
Tel. 55 11 3335-4990 – Fale com a ouvidoria ouvidoria@cultura.sp.gov.br | Clique aqui e acesse o portal da transparência

Aula de Inglês com toque de Artes

Valorizando o conhecimento como um elemento único e indivisível, os alunos das 2.as séries de Humanas tiveram uma aula com base na interdisciplinaridade entre Língua Inglesa e Artes. A professora de Inglês Sandra Braid  extrapolou a já conhecida aula teórica com base na histórias de pintores  – este ano os alunos partiram para a prática.

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Com a ajuda do professor Pedro Leão, de Artes, os estudantes se aprofundaram na história do pintor Van Gogh, além de obras inspiradas por ele.

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A música “Starry, Starry Night” de Don McLean, por exemplo, homenageia a obra Noite Estrelada do pintor neerlandês. Em um segundo momento,  puderam expressar a sua percepção das obras vistas por meio da pintura.

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“Exploramos diversas técnicas de forma muito rápida e despojada – nos revezamos entre as quatro estações”, contou o professor Pedro. A aluna Amanda Sanches acha extremamente necessária encontros desse tipo. “Foi um momento felicidade para todos. Acho que essa atmosfera foi a parte mais legal”, relatou.

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A professora Sandra Braid acredita que esse tipo de encontro revigora as aulas e deixa o clima muito descontraído. “É muito bom sair da rotina porque os alunos vivenciam a língua de outra forma”, comentou. “Este tipo de aula só foi possível devido ao espaço HUB”, completou.

Para conferir a galeria de imagens, clique aqui.

Obras de Julian Schnabel no MASP

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Julian Shnabel fotografado por Annie Leibovitz.

O MASP traz ao Brasil pela primeira vez um dos mais incensados nomes da arte contemporânea: Julian Schnabel, artista plástico e diretor de cinema consagrado por filmes como Antes do Anoitecer e O Escafandro e a Borboleta. No terreno das artes plásticas, sua recente mostra na Galeria Gagosian, de Nova York, rendeu elogios da crítica especializada, que o definiu como “um dos grandes nomes da arte contemporânea norte-americana e mundial”. JULIAN SCHNABEL- LA NIL – Pinturas 1988-2014 fica em cartaz de 4 de setembro até 7 de dezembro no MASP.

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LA NIL apresenta o trabalho de Julian Schnabel (1941) entre os anos de 1988 e 2014, com obras de grandes dimensões pintadas sobre tela, velas de embarcações encontradas ao acaso e lona encerada usada para proteção de carga e objetos, além de obras recentes feitas sobre bandeiras de navegação e fotografias digitalizadas e impressas. Muitas destas obras foram pintadas ao ar livre em Palm Beach, na Flórida.

A exposição inclui ainda encerados de uso militar, pintados ao ar livre em seu estúdio em Montauk, LongIsland, feitos em homenagem ao grande artista e seu amigo pessoal Cy Twombly, morto em 2011 e cuja influência sobre seu trabalho Schnabel reconhece.

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Dois retratos de sua autoria serão exibidos como intervenções na galeria do 2º andar, onde são habitualmente expostas as principais obras da coleção MASP, como as assinadas por Goya, Velázquez e Tiziano. Realizada em espaços distintos, a mostra incluirá também alguns de seus filmes.

 

 

 

 

 

Schnabel e o cinema

Teixeira Coelho, julho 2014

O talento de Schnabel espraia-se por outro território, o do cinema, meio no qual, com o também artista plástico Steve McQueen, Schnabel forma na atualidade um raro par. Depois de realizar um documentário sobre o artista Jean-Michel Basquiat, em 1996, Schnabel fez Antes do Anoitecer, em 2000, inspirado no romance homônimo do aclamado escritor cubano Reinaldo Arenas e que deu a Javier Bardem seu primeiro grande papel, pelo qual foi indicado ao Oscar de melhor ator.

Depois O Escafandro e a Borboleta, de 2007, lhe trouxe vários prêmios (melhor diretor em Cannes, 2007; Golden Globe para melhor diretor e uma indicação para o Oscar também de melhor diretor). Recentemente fez Lou Reed – Berlin.

O artista dos pratos quebrados

Julian Schnabel (1951) é um dos grandes nomes da arte contemporânea. Morando e trabalhando em Nova York, Schnabel deu a sua obra uma dimensão global. No início de 2014 fez uma importante exposição na Galeria Gagosian, Nova York, e a ocasião serviu para que a crítica especializada o reconhecesse definitivamente como um dos grandes nomes da arte contemporânea.

Julian Schnabel tornou-se internacionalmente conhecido como o “artista dos pratos quebrados” sobre os quais pintava retratos de pessoas que se espalhavam sobre os fragmentos de louça colados na tela, numa obra de densa materialidade e que rompia com a pureza ainda relativamente preservada de parte da arte americana originada na proposta pop derivada da indústria cultural. Sua linha foi, e continua sendo, a de uma arte esteticamente mais agressiva, “rude” e fora dos trilhos habituais, na esteira de Cy Twombly, cuja influência Schnabel admite.

Em 2011 realizou em Veneza, no prestigioso Museo Correr, em paralelo à edição da Bienal de Veneza daquele ano, uma notável retrospectivade sua obra com exemplares tanto de sua peculiar interpretação do abstracionismo quanto de sua poderosa e sugestiva vertente figurativa.

Informações Gerais
  • MASP – Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

    Av. Paulista, 1578. Acesso a deficientes. Horários: De 3ªs a domingos e feriados, das 10h às 18h. Às 5ªs: das 10h às 20h. A bilheteria fecha meia hora antes. Ingresso: R$ 15,00. Estudantes, professores e aposentados com comprovante: R$ 7,00. Acesso gratuito a todos às terças-feiras e para visitantes com até 10 anos e acima de 60 anos.Estacionamento: Car Park – Alameda Casa Branca, 41. R$ 14,00 para até duas horas (sábados e domingos: R$13,00 pelo período integral). Pegar adesivo na recepção do MASP os descontos.

    Mais informações: www.masp.art.br | twitter.com/maspmuseu | facebook.com/maspmuseu

    Fone: 011 3251 5644

Estrutura em Movimento – Gravuras de Iberê Camargo

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A Pinacoteca do Estado de São Paulo apresenta de 30 de agosto a 31 de Janeiro 2015, no terceiro andar da Estação Pinacoteca, a mostra Estrutura em movimento – A gravura na obra de Iberê Camargo. Considerado um dos grandes nomes da arte brasileira do século 20, Iberê Camargo (1914-1994) é autor de uma obra extensa. Com curadoria de Carlos Martins e José Augusto Ribeiro, curadores da Pinacoteca, a exposição homenageia o centenário de nascimento do artista e apresenta cerca de 100 trabalhos, entre pinturas, desenhos, guaches e gravuras, realizados desde o período de formação do artista, nos anos de 1930 e 1940, até as suas últimas manifestações, no começo da década de 1990.

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SOBRE O ARTISTA

Iberê Camargo nasceu em Restinga Seca, interior do Rio Grande do Sul, Brasil, em 1914. Em 1927, iniciou seu aprendizado em pintura na Escola de Artes e Ofícios de Santa Maria. Em 1936, mudou- se para Porto Alegre, onde conheceu Maria Coussirat Camargo. E foi com tela e tintas dela, então estudante do Instituto de Belas Artes, que Iberê pintou seu primeiro quadro, às margens do Riacho, na Cidade Baixa – assim começou o namoro do casal e assim “começou o pintor”. Em 1939, Iberê e Maria se casaram. Em 1942, ano de sua primeira exposição, o artista e sua esposa mudaram-se para o Rio de Janeiro, onde viveram por 40 anos.

Admirador e amigo de artistas brasileiros como Goeldi e Guignard, em 1948 viajou para a Europa (através de um Prêmio de Viagem ao Estrangeiro, conquistado com sua obra Lapa, de 1947) em busca de aprimoramento técnico. Durante sua estada, visitou museus, realizou cópias dos grandes mestres da pintura e estudou gravura e pintura com Giorgio De Chirico, Carlo Alberto Petrucci, Leoni Augusto Rosa, Antonio Achille e André Lhote.

De volta ao Brasil, em 1950, Iberê conquistou inúmeros prêmios e participou de diversas exposições internacionais, tais como Bienal de São Paulo, Bienal de Arte Hispano-Americana em Madri, Bienal de Veneza, Bienal de Gravuras em Tóquio, entre outras exposições importantes. Foi no final dos anos 1950 que, devido a uma hérnia de disco que o obrigou a pintar no interior de seu ateliê, o artista desenvolveu um dos temas mais recorrentes em sua pintura: os Carretéis. São estes brinquedos de sua infância que o levaram, mais tarde, à abstração, e que estiveram presentes em sua obra até a fase final.
Na década de 1980, retomou a figuração. Mas, ao longo de toda sua produção, nunca se filiou a correntes ou movimentos. Em 1982, retornou a Porto Alegre, onde produziu duas de suas séries mais conhecidas: as Idiotas e os Ciclistas. Iberê Camargo faleceu em agosto de 1994, aos 79 anos, deixando um grande acervo de mais de 7 mil obras, entre desenhos, gravuras e pinturas. Grande parte desta produção foi deixada a Maria, sua esposa e companheira inseparável, cuja coleção compõe hoje o acervo da Fundação Iberê Camargo.

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“Mulher sentada”. Água-tinta. 1956.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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“Suite Manequins 2”. Gravura. 1986.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pinacoteca do Estado de São Paulo – Praça da Luz, 2 – São Paulo, SP
 Estação Luz do Metrô – Tel. 55 11 3324-1000
Terça a Domingo das 10h às 18h.  Quintas das 10h às 22h. Bilheteria até as 17h30.

Estação Pinacoteca – Largo General Osório, 66 – São Paulo, SP – Tel. 55 11 3335-4990
Memorial da Resistência de São Paulo – Largo General Osório, 66 – São Paulo, SP
Terça a Domingo das 10h às 18h. Bilheteria até as 17h30.
Tel. 55 11 3335-4990 – Fale com a ouvidoria ouvidoria@cultura.sp.gov.br | Clique aqui e acesse o portal da transparência

Releituras estéticas da Barbie, instalação fotográfica e livro de fotografias são produtos da Oficina de Fotografia.

RENATA FUKE_640074_assignsubmission_file_RENATAFUKE_IMG_0057_TRATADAInstigadas a desenvolverem seu olhar para produção fotográfica, as alunas da Oficina de Fotografia expõem releituras estéticas da boneca Barbie, montam uma instalação com imagens e produzem um livro de fotografias. Esta foi a 2ª Edição da Oficina de Fotografia do Colégio Bandeirantes, coordenada pelo professor Waldir Hernandes, que tem como principal objetivo discutir a adolescência por meio da linguagem fotográfica. Durante o ano, os participantes realizam sessões de fotos em um estúdio fotográfico profissional, atuando como modelos, fotógrafos e como produtores de fotografia.

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Além disso, são desenvolvidas sessões de psicodrama, grupo focal e outras atividades. A edição deste ano contou com 20 alunas: Bianca Pinto, Clara Hirata, Giovana Rodrigues, Marina Maestre, Anna Drewanz, Beatriz De Marchi, Giovana Lima, Julia Bulhões, Marina Oliveira, Gabriela Baena, Erika Medeiros, Amanda Nakadaira, Beatriz Kosmiskas, Isabela Maria Clara, Sofia Alves, Clara Barelli, Juliana Choi, Mariana Boger, Renata Fuke e Melissa Lie Tsuzuki.

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A exposição reúne 6 vitrines com releituras estéticas da boneca Barbie e uma instalação com imagens das atividades desenvolvidas. Além disso, cada aluna recebeu um livro de fotografias.

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A professora de Artes Claudia Ayoub, responsável pela instalação de imagens, comentou: “A ideia era falar sobre o conhecimento em rede, do labirinto da identidade, que caracteriza a Oficina de Fotografia”.

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“Como nosso grupo só teve meninas, decidimos fazer o trabalho sobre adolescência utilizando a Barbie para discutir sobre os padrões de beleza”, comentou a estudante Amanda Nakadaira.

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“De acordo com essa concepção de projeto, os participantes decidem os caminhos a serem percorridos. Dessa forma, não teremos nunca os mesmos produtos. Isso garante a grande riqueza de ideias ao longo dos anos de trabalho em uma Oficina”, comentou o professor Waldir.

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O trabalho foi apresentado aos pais e outros convidados dos participantes da Oficina, onde o tema adolescência foi discutido. “Essa discussão é importante pois auxilia na administração de conflitos do dia a dia”, explica o professor Waldir.