Prof. Gisele faz Curso de Curadoria no MAM e participa de exposição

Exposição – Vestígios: memória e registros de performance e site-specific

Orientado ao debate e ao desenvolvimento de um projeto de exposição na biblioteca do MAM, o curso apresentou questões relativas a curadoria experimental, numa perspectiva teórica e prática. No decorrer do programa, o curador e coordenador do projeto, Tobi Maier, orientou o grupo de alunos, do qual participou a professora de Artes Gisele Ottoboni, na elaboração, pesquisa de conteúdos, produção e montagem da mostra. A professora Gisele deverá participar também de uma publicação do MAM sobre os artistas da exposição.

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Tobi Maier foi um dos curadores-associados da 30ª edição da Bienal de São Paulo realizada em dezembro de 2012. Curador e crítico de arte, Maier esteve associado à Frankfurter Kunstverein e foi colaborador da Manifesta 7. Entre 2008 e 2011, trabalhou no Ludlow 38, espaço cultural do Goethe-Institut para arte contemporânea em Nova Iorque. 

O resultado do trabalho realizado junto com os alunos do Curso de Curadoria e Projeto pode ser conferido ao longo de seis meses, com inauguração em 02 de julho às 20 horas na Biblioteca do MAM.

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Uma das obras presente na mostra do artista Amilcar Packer. Still de vídeo sem título #32, 1998. fotografia em cores. 69,2 x 92,4 cm.

Curadoria e Projeto Exposição

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Abraham Palatnik – A Reinvenção da Pintura

MAM apresenta mostra Diálogos com Palatnik com obras conceituais que ampliam o conceito de pintura com diversos artistas

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Abraham Palatnik – A Reinvenção da Pintura, com curadoria de Felipe Scovino e Pieter Tjabbes, é a maior mostra já realizada do artista, consagrado pela criação de obras marcadas pela fusão entre o movimento, o tempo e a luz; na Sala Paulo Figueiredo, Scovino apresenta obras do acervo do museu que ampliam o conceito de pintura de diversos artistas em Diálogos com Palatnik.

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Pinturas, desenhos, estudos, objetos, móveis e esculturas compõem a exposição Abraham Palatnik – A Reinvenção da Pintura, que o Museu de Arte Moderna de São Paulo apresenta de 2 de julho a 15 de agosto na Grande Sala, com curadoria de Felipe Scovino e Pieter Tjabbes, e patrocínio do Banco Safra. Ao unir estética à tecnologia, Palatnik utiliza movimento, luz e tempo como instrumentos para a criação de obras com grande potencial visual e poético, lançando os fundamentos de uma corrente artística que ficou conhecida como arte cinética, na qual as fronteiras entre pintura e escultura se confundem e se ampliam. Na Sala Paulo Figueiredo, Scovino apresenta a mostra Diálogos com Palatnik, reunindo 39 obras de 26 artistas do acervo do museu que repensam o conceito de pintura.

“Palatnik afirma que tudo o que faz é pintura. Nos objetos tridimensionais é a luz, a cor e o movimento que o interessam. Também surge a artesania com a reflexão sobre como o signo da pintura pode ser identificado para além de tinta sobre a tela ao adicionar pregos, barbante, adesivos, tecidos, tapeçaria e outros objetos,” explica Scovino. “A forma como cria as obras, que envolve sistemas eletrônicos produzidos de forma caseira – tendo parafusos e motores elétricos como complemento aos pincéis -, transmite a ideia do inventor e da manufatura em Palatnik,” completa o curador.

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Também há um grupo formado por artistas ligados às pesquisas de tendência construtiva que experimentaram a escultura e a fotografia como elementos. Com seis fotografias presentes na mostra, Geraldo de Barros nunca deixou de registrar, pensar e discursar sobre o mundo como um pintor. “A escolha por determinada perspectiva, o jogo entre luz e sombra, a técnica em permitir que a arquitetura não fosse um anteparo ou cenário para as fotos mas o próprio personagem são atitudes típicas de um artista que tem o pensamento pictórico como lema”, afirma o curador.

A exposição possui um núcleo de inventores, seguindo uma espécie de metodologia à la Palatnik. Destacam-se nesse grupo, o coletivo Chelpa Ferro e os artistas Guto Lacaz, Marcelo Silveira e Paulo Nenflidio, com trajetórias que não têm relação direta com as tendências construtivas e tampouco possuem signos geométricos nas obras apresentadas, porém flertam com a manufatura, o apuro técnico e a integração com a tecnologia, além de considerarem uma outra relação com o ateliê, variando entre uma semelhança com uma oficina ou um lugar multifacetado em que predomina o dado meticuloso no exercício da produção manual.

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Serviço:

Diálogos com Palatnik
Curadoria: Felipe Scovino
Local: Sala Paulo Figueiredo
Abertura: 2 de julho (quarta-feira), a partir das 20h

Visitação: até 15 de agosto
Entrada: R$ 6,00 – gratuita aos domingos

Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo

Endereço: Parque do Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº – Portão 3)
Horários: Terça a domingo, das 10h às 17h30 (com permanência até as 18h)

Tel.: (11) 5085-1300

www.mam.org.br
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http://www.youtube.com/MAMoficial

Estacionamento no local (Zona Azul: R$ 3 por 2h)
Acesso para deficientes
Restaurante/café
Ar condicionado

Mais informações para a imprensa
Conteúdo Comunicação

Ana Livia Lima – analivia.lima@conteudonet.com – 5056-9812 / 96076-2747
Paula Vianna – paula.vianna@conteudonet.com – 5056-9838 / 96766-1548
Roberta Montanari – roberta.montanari@conteudonet.com – 99967-3292

Tel. (11) 5056-9800

 

Até 29 de junho no MUBE

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As Meninas do Quarto 28

Últimos dias para conferir a mostra que está em cartaz no MuBE, em São Paulo, até dia 29 de junho.

Sucesso de crítica e público, a exposição tem reunido 900 pessoas por final de semana.

A exposição adaptada do livro homônimo, escrito pela jornalista alemã Hannelore Brenner, foi traduzido para o português por Renate Müller e lançado recentemente no Brasil pela editora LeYa.

A exposição relata, através dos desenhos feitos por meninas judias que passaram pelo Quarto 28, o dia a dia de cerca de 50 crianças que viveram no Gueto de Theresinstadt, próximo à cidade de Praga, durante a Segunda Guerra Mundial.

O livro “As meninas do quarto 28″ está à venda na Loja do MUBE – USINAd.

Avenida Europa, 218
Jardim Europa – Oeste
São Paulo
(11) 2925.4543

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Hannelore Brenner

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Livro que originou a exposição.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Museu Brasileiro da Escultura (MuBE) 
http://www.mube.art.br

 

 

Exposição Prorrogada no MUBA

A exposição “Memórias Gravadas: a história de Ruth” foi prorrogada no MUBA – Museu Belas Artes de São Paulo.

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Eu e minha mãe. Gravura em metal: água-forte e lavís.

A mostra reúne 60 gravuras da artista Ruth Sprung Tarasantchi, que rememora por meio das imagens, cenas de suas origens Iugoslavas, cenas da infância, personagens importantes da família, o período da II Guerra Mundial e a chegada ao Brasil onde constituiu sua família.

A mostra é uma homenagem pelos 80 anos de vida completados em outubro de 2013 e seguirá itinerante ao longo de 2014. Inaugurada em novembro de 2013 a exposição já passou pela Biblioteca Victor Civita na Fundação Memorial da América Latina, Biblioteca Guita e José Mindlin e agora em cartaz no MUBA Belas Artes até dia 21 de junho.

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A Família Sprung no dia da liberação do Campo de Concentração de Ferramonte, Itália, 1943. Raquel, Paula (mãe), Ruth e o Dr. Rodolfo Sprung.

No link abaixo é possível obter mais informações sobre a mostra:

http://www.belasartes.br/site/acontece/noticias?n=1546&utm_source=muba&utm_medium=banner&utm_content=destaque-1546&utm_campaign=muba

MUBA

Sede Núcleo de Design
Rua José Antonio Coelho, 879 – Térreo – Vila Mariana – São Paulo – SP (11) 5576-7300

Programação do MUBE

A exposição “As meninas do quarto 28″, em cartaz no MUBE – Museu Brasileiro da Escultura até dia 29 de junho, apresenta em sua programação duas atividades imperdíveis no dia 04 de junho.

04/06 – 16h – Visita orientada com as arte-terapeutas Selma Ciornai e Gladys Ajzenberg e com o coordenador de projetos educativos do MuBE , Murilo Kammer.

04/06 – 19h – Mesa-redonda coordenada por Selma Ciornai com profissionais de quatro instituições brasileiras especializadas em arteterapia: Claudia Vidigal, do Instituto Fazendo História (SP); Fabiana Geraldi, do projeto social Eu Sou (RJ); SirleyTanure, do Hospital oncológico GPAEAV/UFPB (PB); Michelle Barros e Bruna Domenico, do CNRVV/Butantã (SP).

Atividades gratuitas

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Erika Stranska, uma das meninas judias que viveram no Quarto 28, em fotografia do álbum da família poucos meses antes da guerra.

Colagem de Erika Stránská, garota presa em campo de concentração nazista (Foto: Divulgação)

COLAGEM DE ERIKA STRÁNSKÁ, GAROTA PRESA EM CAMPO DE CONCENTRAÇÃO NAZISTA (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Inscrições: producao@mube.art.br ou 2594-2601 ramal 20

Visitas orientadas com a Ação Educativa

23/05 – 10h às 12h
Visita orientada com EducaMuBE
Máximo 20 pessoas

Inscrições: producao@mube.art.br ou 2594-2601 ramal 20

24/05 – 10h às 12h
Visita orientada com EducaMuBE
Máximo 20 pessoas

Inscrições: producao@mube.art.br ou 2594-2601 ramal 20

04/06 – 10h às 12h
Visita orientada com EducaMuBE
Máximo 20 pessoas

Inscrições: producao@mube.art.br ou 2594-2601 ramal 20

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Colagem e guache de Erika Stranska, 1928.

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Colagem e guache produzido por Erika Stranska, 1928.

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Aquarela de Erika Stranska, 1928.

                                                                                           

Serviço

Curadoria: Roberta Alexander Sundfeld
Data:23 de maio a 29 de junho (terça a domingo)
Horário: 10h às 19h
Museu Brasileiro da Escultura
Avenida Europa, 218 – São Paulo (Estação de metrô mais próxima: Consolação)
(11)2594-2601
mube@mube.art.br

Entrada: Gratuita
Classificação: Livre

Projeto aprovado pela Lei Rouanet – Pronac 13203-3 – artigo 18 publicado no Diário Oficial no dia 28 de maio de 2013.

Informações para a imprensa:

FSB Comunicações – (21)3206-5050
Carolina Sales – carolina.sales@fsb.com.br
Suzana Wester – suzana.wester@fsb.com.br

Saiba mais sobre a exposição

http://mube.art.br/expos/as-meninas-do-quarto-28/

http://revistagalileu.globo.com/Cultura/noticia/2014/05/desenhos-de-criancas-que-viveram-em-campo-de-concentracao-nazista-sao-exibidos-em-sp.html?fb_action_ids=10154148332350346&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_map=%7B%2210154148332350346%22%3A691228927593663%7D&action_type_map=%7B%2210154148332350346%22%3A%22og.likes%22%7D&action_ref_map=%5B%5D

Tauromaquia no MAB FAAP

EXPOSIÇÃO TAUROMAQUIA: MOSTRA TRAZ OBRAS DE PICASSO, DALÍ E GOYA EM TORNO DAS TOURADAS

O espetáculo das touradas desde sempre inspirou artistas do mundo todo. Por conta deles, o touro ganhou lugar especial e significado em muitas das obras de grandes mestres e incontáveis artistas, que usaram a tauromaquia (combate a touros) como um instrumento para representar simbolicamente a luta contra o poder opressor. Costurando uma seleção entre a estreita relação da produção artística de Picasso, Dalí e Goya, o Museu de Arte Brasileira (MAB) da FAAP e a Produtora Mega Cultural apresentam, pela primeira vez, a exposição Tauromaquia.

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PABLO PICASSO (Málaga, Espanha 1881 – Mougins, França 1973) Picador II, 1961 Litografia original Galeria Fetzer, Alemanha © Succession Picasso 2014

Com curadoria de Monika Burian Jourdan e Serena Baccaglini, a mostra reúne diversas obras e séries. São cerca de 180 imagens, entre desenhos originais e gravuras das mais importantes personalidades da arte. Francisco Goya, Pablo Picasso e Salvador Dalí evidenciaram o fascínio pelo universo da corrida de touros e desenvolveram trabalhos consistentes e relevantes em torno do tema, tão intrinsecamente ligado à cultura ibérica. Muitas das obras trazidas ao Brasil para esta exposição foram raramente vistas antes. Dentre elas está o estudo de Picasso para Guernica, nas mesmas dimensões do painel original.

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PABLO PICASSO (Málaga, Espanha 1881 – Mougins, França 1973) “Le Cocu Magnifique” (O Magnífico), 1968 Gravura em metal, água-forte e água-tinta Art Camù, Coleção de Arte © Succession Picasso 2014

“Na maioria das civilizações o touro, tema central da exposição, é um símbolo místico que significa força, coragem e fertilidade. Esta força animal que os touros mostram é retratada de forma fascinante nas obras destes artistas”, explica Monika. “Para os artistas, a tourada não representa apenas um espetáculo. Para Goya, por exemplo, tauromaquia foi inicialmente uma ferramenta para expressar sua dissidência política. A exposição apresentará a série completa de gravuras Tauromaquia, de Goya, uma das suas séries mais famosas”.

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PABLO PICASSO (Málaga, Espanha 1881 – Mougins, França 1973) Corrida toros, 1954 Gravura em metal, água forte Coleção Particular © Succession Picasso 2014

Pablo Picasso foi influenciado por Goya. Baseou-se no uso do conhecimento do “chiaroscuro” (luz e sombra) de Goya para a produção de sua própria obra, utilizando-a como instrumento de protesto contra a ditadura do General Franco. Picasso e Goya utilizaram este tema para manifestar profundo sofrimento e resistência à opressão.

Nos anos 1966-67, Dalí transformou a famosa “Tauromaquia Suite” (1957-59), de Picasso numa extensão do diálogo artístico que os dois artistas mantiveram durante anos. Alguns desses trabalhos fazem parte das obras desta exposição.

Goya, por sua vez, usou a tauromaquia para expressar sua dissidência política contra os nobres, opressores do povo. Suas obras retrataram a tourada como uma arena mística, em que algo está sempre acontecendo. Esta exposição apresentará uma de suas mais famosas séries sobre este tema.

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PABLO PICASSO (Málaga, Espanha 1881 – Mougins, França 1973) Frente à estaca, 1960 Tinta sobre papel 47 X 72 cm Coleção Particular © Succession Picasso 2014

Vista como um confronto entre a liberdade e a força bruta, a tauromaquia pode também ser interpretada neste conjunto de obras como uma metáfora do poder opressor ou da capacidade para autoafirmação e emancipação. Em muitas civilizações, o touro, figura central desta mostra, tem o significado de força, bravura e fertilidade.

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SALVADOR DALÍ (Figueres, Espanha 1904 – 1989) Tourada No. 3, 1965 Litografia original Coleção particular

 
FUNDAÇÃO ARMANDO ALVARES PENTEADO – Museu de Arte Brasileira
Rua Alagoas, 903 – Higienópolis – São Paulo – SP
(11) 3662-7198 www.faab.br/museu