Professora de Arte Gisele Ottoboni expõe gravuras no SESC Pompeia

A partir do dia 15 de março, o SESC Pompeia apresentará uma exposição de gravuras feitas por alunos do renomado artista Evandro Carlos Jardim, que é professor no local desde 1995. A mostra, que marca os 30 anos do Ateliê de Gravura do SESC, conta com mais de 60 artistas em exposição; entre eles está a professora de Arte do Band, Gisele Ottoboni.

gravura

“Participarei com uma série de gravuras que representam os ninhos de pássaros, além de uma com o tema da melancolia. Estarei presente no dia 15 para conversar com os visitantes, explicando um pouco mais sobre os meus trabalhos”, conta Gisele.

A exposição poderá ser visitada, na Oficina de Criatividade do SESC Pompeia, de 15 de março até 16 de junho, de terças a sextas, das 9h30 às 21h. Já aos sábados, domingos e feriados o horário é das 9h30 às 18h.

Parcerias com museus enriquecem experiência artística do aluno

Com atenção especial à importância das artes na formação plena do estudante, o Bandeirantes realiza diversas parcerias com museus e centros culturais. Desde 2012, o Colégio, em parceria com o Museu Lasar Segall (MLS) e o Museu de Arte Moderna (MAM), por exemplo, oferece um curso de xilogravura (MLS) e outro de atividades criativas (MAM) aos estudantes. Os cursos são ministrados pela professora do Bandeirantes Gisele Ottoboni.

Museu Lasar Segall

Museu Lasar Segall

“A nossa ideia é que os alunos possam trabalhar nos melhores ateliês de arte. Participando dos cursos nesses museus, eles têm acesso a equipamentos e utensílios, específicos de certas modalidades artísticas, que seriam inacessíveis nas dependências de uma escola”, explica o Coordenador de Artes, João Regis Lima.

MAM

MAM

Os alunos inscritos também podem visitar os bastidores dos museus e ter acesso a mais informação e cultura. “Quando participam dos cursos, eles entram em contato direto com essas instituições e com seus bastidores, ou seja, podem visitar as bibliotecas dos museus, onde existem materiais incríveis, ver a parte do acervo que não está exposta e até cruzar com grandes artistas nos corredores”, explica Regis.

Além da bagagem artística e cultural, os estudantes interagem com alunos de outras escolas, inclusive públicas. Isso porque parte das vagas é oferecida aos alunos do Band e outra parcela é destinada a quem não tem condições de pagar um curso desse formato. Todos se encontram no mesmo horário e passam a compartilhar experiências. “A experiência que vivem pode ser muito enriquecedora a todos os envolvidos, ao entrarem em contato com realidades distintas”, acredita Regis.

Outras parcerias estão em planejamento, envolvendo diferentes modalidades artísticas, inclusive com instituições internacionais.