Trabalhos de alunos são expostos na Belas Artes

É desde 2008 que alunos do 8.o ano do Ensino Fundamental unem conhecimentos de Espanhol e Artes para montar uma exposição de nível profissional. Este ano, a mostra, intitulada “Topofilia”, tomou conta do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo e foi vista por alunos e professores de ambas as instituições, além da Diretora-Geral da Belas Artes, Patrícia Cardim.

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Todo o processo foi acompanhado de perto pela equipe de Artes, as professoras de Língua Espanhola, Paula Araújo e Valéria Morais, o professor de Geografia, Pedro Coelho, e contou com o apoio da equipe de manutenção do Colégio.

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Dialogando com o tema da topofilia, ou seja, o amor a um lugar, os alunos entraram em contato com textos, músicas e filmes em Espanhol e, a partir de sua própria interpretação, produziram uma foto relacionada a uma das obras. Além disso, em grupos, eles também elaboraram um produto sonoro e uma animação.

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“Foi uma oportunidade para eles conhecerem novos autores e culturas. Trabalhos como esse fazem com que a língua estrangeira passe pelo afeto. Assim, eles acabam esquecendo que se trata de outra linguagem e aprendem por paixão”, disse a professora Paula Araújo.

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O professor de Artes, Pedro Leão, conta que o trabalho permitiu que os alunos saíssem do raciocínio lógico e fossem para o criativo, valorizando sua própria criatividade. Além disso, a professora de Artes, Paula Ariane, destaca a importância da exposição num centro de ensino dedicado às artes. “O ambiente muda a forma como eles veem o próprio trabalho, faz com que ele cresça”, comentou ela.

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“O trabalho ajudou a compreender melhor os textos. Meu grupo conversou muito para ter as ideias. No final, foi muito legal ver o que eu fiz exposto num lugar tão respeitado quanto a Belas Artes”, concluiu o aluno Lucas Lima, do 8.o ano do Ensino Fundamental.

Quebrando padrões: videoinstalações produzidas por alunos

Pensando no cinema de ruptura, o professor de Artes, Pedro Leão, propôs aos seus alunos do 9.o ano do Ensino Fundamental um desafio: a produção de videoinstalações, ou seja, um vídeo onde os padrões do formato cinematográfico aos quais estamos acostumados fossem colocados à prova.

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Depois de um ano letivo conversando sobre cinema e suas técnicas nas aulas de Artes, a ideia era que os alunos pensassem menos no roteiro e mais no meio e na forma de exibição. Para isso, no último bimestre os alunos conheceram mais sobre as rupturas do cinema e trabalhos que questionaram os limites do vídeo, promovendo novas ideias.

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Os resultados foram além das referências discutidas em sala e surpreenderam o professor. “Houve ideias muito legais. O objetivo era que eles pensassem fora da caixinha e saíssem do formato tradicional, desenvolvendo um raciocínio de uma ordem nova e diferente”, explicou Pedro.

Um dos vídeos produzidos, por exemplo, explorou os limites entre a imagem do celular, a do mundo real e a do vídeo. “Eu acho que as vídeosinstalações mostram técnicas diferentes do cinema, técnicas que envolvem a edição e a gravação no momento do planejamento, técnicas novas”, comentou Isabela Chen, que, junto a seu grupo, produziu o vídeo.

Essa foi a primeira vez que o desafio foi proposto para os alunos e, após os resultados, o professor Pedro garante que, em 2018 a atividade será realizada novamente.

Confira o vídeo do grupo de Isabela clicando aqui.

Terror e lendas do Band: curta produzido por alunos

Como parte das celebrações de Halloween do Colégio, alunos do Cine Colband produziram o curta metragem de terror O quinto andar, onde as lendas urbanas mais famosas dos tijolinhos da rua Estela são retratadas.

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O lançamento da produção fez parte de evento no Halloween que reuniu uma conversa com o professor de Artes, Pedro Leão, sobre o livro Frankenstein e ainda uma exposição de minicontos de terror, produzidos pelos alunos do 8.o ano do Ensino Fundamental.

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O curta envolve mitos do Band que, de uma forma ou de outra, já passaram pelos ouvidos de todos os alunos. O principal, a célebre piscina no quinto andar, dá título à produção que conta ainda com a lenda do esqueleto presente no laboratório de Biologia, a Catarina.

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Tudo isso, entrelaçado com as noites de Halloween e também a atual reforma dos laboratórios do Colégio.

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“Tivemos uma preocupação muito grande justamente em retratar o ambiente do Band com a maior fidelidade possível. Aprendi muito sobre o processo de produção e o espírito de liderança para dirigir um filme”, disse o aluno Mateus Rodrigues, da 2.a série do Ensino Médio, que junto com a aluna da 2.a série do Ensino Médio, Clara Hirata, dirigiu e roteirizou o curta.

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Os alunos realizaram desde as gravações no Colégio até a edição, tendo, assim, um gostinho da vida por trás das câmeras e garantindo o próprio portfólio. “Alguns alunos sabem que querem fazer cinema, mas outros puderam ver a realidade na prática para saber se realmente gostariam de fazer isso depois da escola”, comentou o professor Pedro Leão.

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Em 2017 os alunos trabalharam também  em outro projeto, o curta “A tecelã”, que estreará no início de 2018.

Confira o curta clicando aqui.

Autorretrato na Oficina de Fotografia

Com o tema de autorretrato, alunos da Oficina de Fotografia realizaram um dia de Portas Abertas, encerrando as atividades do ano. O evento interativo ocorreu no terceiro andar do Colégio com direito a vídeos, imagens impressas, estúdio fotográfico e apresentação no espaço do Studio 268.

aluna Helena Meirelles de Freitas

aluna Helena Meirelles de Freitas

A Oficina de Fotografia, idealizada pelo professor de Ciências e CPG, Waldir Hernandes, e desenvolvida com alunos do 8.o ano do Ensino Fundamental, ocorre há cinco anos no Colégio vinculada à disciplina de CPG, com o objetivo de discutir, por meio de fotografias, temas da adolescência.

aluno Nicholas Ladeira Bochio

aluno Nicholas Ladeira Bochio

Para o dia de “portas abertas” deste ano, a ideia foi refletir sobre a forma como desejamos ser vistos na sociedade e como as pessoas realmente nos enxergam. Para isso, os convidados foram caracterizados de Frida Kahlo ou Charles Chaplin, considerados pelo grupo como pessoas que souberam se expressar no mundo. Assim, todos foram fotografados e produzidos pelos alunos.

aluna Maria Silveira Réa

aluna Maria Silveira Réa

O professor Waldir explica que, durante todas as dinâmicas realizadas ao longo do ano, o aluno aprendeu a educar o próprio olhar. “Quando o jovem, por meio da lente, passa a enxergar o mundo, é algo transformador”, explicou ele.

aluno João Paulo Nascimento Silva

aluno João Paulo Nascimento Silva

“Eu pude aprender algumas técnicas de fotografia como exposição de luz e contraste. Pude aperfeiçoar a forma como quero me expressar no mundo e como quero ser visto por outras pessoas. Aprendi que posso mostrar como eu sou através de uma simples foto”, disse o aluno Nicholas Bochio, do 8.o ano do Ensino Fundamental.

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(da esquerda para a direita) alunos Mariana Lisboa, Luís de Paula, Isadora Sales e Helena Meirelles

Durante o ano, junto ao professor Waldir, os alunos foram auxiliados por Denise Nonoya, psicodramatista, Stefano Alcântara, da Resource IT Solutions e por monitores – alunos que participaram da Oficina em outros anos.

K-Pop na Semana de Humanidades

A Semana de Humanidades e o departamento de Artes convidam todos os alunos do ensino fundamental para aprenderem uma coreografia de K-Pop esta semana na sala E1 durante o intervalo.

As mini aulas serão ministradas pela nossa estagiária de Artes Bianca de Santi entre hoje e a próxima quinta-feira entre 15h30 e 16h.

Na próxima sexta-feira a coreografia aprendida será apresentada no pátio do colégio também no intervalo. Não precisa se inscrever, basta comparecer e dançar junto!

Ensaio – Coreografia de K-Pop
De 25 a 28/09, das 15h30 às 16h (intervalo)
Sala E1

Apresentação no pátio do Band
Dia 29/09, às 15h30

 

Inscreva-se aqui: curso de Filosofia e História da ARTE

Se você gosta de arte e tem interesse em refletir sobre como ela tem sido produzida e pensada ao longo da história, não pode perder a oportunidade de se inscrever no curso de Filosofia e História da Arte, que acontece às quintas-feiras, das 13 às 14:30h. O curso prevê várias visitas a museus e ateliês de artistas e recebe músicos em concertos-aula exclusivos, seguidos de debate e reflexão sobre as obras apreciadas.

Para se inscrever, acesse o link:   https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=_-la9WTjXU2oFac-pkfbi1bsL_rkd7BHtFbHbW7ECf5UQ0JBRE5OSzU3MjBFUEdUNzBTMEhDUEFXWS4u 

Inscrições até 08/03. A lista dos alunos selecionados será divulgada em 09/03.

Mais informações:

Apresentação

Curso de história da arte que procurará, a partir da análise das próprias obras de arte e do confronto destas com sua crítica, identificar conceitos filosóficos nelas concretizados, refletindo sobre a possibilidade de diálogo entre a produção artística e a filosófica. Busca-se, assim, discutir possíveis relações, em diferentes contextos históricos, entre, de um lado, arte e crítica de arte e, de outro, política, ética, ciência, tecnologia, religião e filosofia. As reflexões são feitas mediante visitas a museus, igrejas, ateliês de artistas, exposição de slides, audição de obras musicais e debates com artistas plásticos e músicos.

O curso é coordenado pelo Prof. Regis, Doutor em Filosofia na área de Filosofia da Arte, pela Universidade de São Paulo.

Objetivos Gerais

  • Examinar, em diferentes contextos históricos, a possibilidade de diálogo entre a produção artística e a filosófica.

Objetivos Específicos

  • História ou cronologia? Refletir sobre a  possibilidade de fazer-se história da arte.
  • História da Arte ou Histórias das Artes?  Discutir diferentes conceituações de arte.
  • Examinar os critérios utilizados na periodização usual da história da arte.
  • Conhecer os principais períodos da versão mais difundida da história da arte.
  • Conhecer e discutir a produção artística mais relevante dos períodos históricos acima referidos.
  • Discutir algumas importantes teorias filosóficas sobre as artes.

Público-alvo: alunos da 2a. série do ensino médio (humanas e biológicas) e professores. O curso não é oferecido para algumas turmas de exatas por incompatibilidade de horário.

Duração do curso: 1 ano (não haverá aulas nas semanas de provas bimestrais).

Certificado: Ao final do curso, se tiver frequência de 75%, você receberá um certificado.

Carga horária total do curso: 48h.

Período de inscrição:  de 02 a 08/03.

Vagas: 20.

Data de início: 09/03.

Local: SALA E-4.

Horário: quintas-feiras das 13 às 14h30.

Aluna é aprovada em Cinema na School of Visual Arts em NY

Bianca Rickheim, recém-formada junto com a turma de 2016,  recebeu a notícia no começo de fevereiro de que havia sido aprovada para a o curso de cinema da School of Visual Arts. A faculdade de artes visuais de Nova Iorque é, junto com a CalArts na Califórnia, uma das mais cobiçadas por alunos querendo estudar artes nos Estados Unidos.

aluna Bianca com o Prof. Pedro Leão

aluna Bianca com o Prof. Pedro Leão

Entre seus ex-alunos estão o artista plástico pop Keith Harring e o minimalista Sol Lewitt; o compositor Michael Giacchino, responsável pelas trilhas sonoras de Lost, Os Incríveis e Up – Altas Aventuras; animadores como Bill Plympton e Rebecca Sugar, criadora de Steven Universe e Hora da Aventura; além outros nomes de grande relevância na indústria cultural norte americana. Antes de conquistar a vaga na SVA, Bianca já havia recebido em janeiro a confirmação de outras duas faculdades americanas: o Eckerd College na Flórida, e a University of Iowa. Recentemente, foi aprovada também na Loyola Marymount University na Califórnia, e no curso de cinema da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) aqui em São Paulo, completando um total de cinco faculdades cobiçando a nossa ex-aluna. Ela ainda aguarda outros resultados de faculdades americanas em Março.

O caminho que Bianca trilhou em seus anos de Band não seria possível primeiramente sem o apoio e carinho de seus pais, Ana Lúcia Martucci e João Rickheim. Foi a mãe que postou orgulhosa na redes sociais as imagens dos e-mails de aceitação. Em 2015, a família enviou Bianca para sua primeira experiência em um curso de férias na SVA, onde ela experimentou trabalhar com outros adolescentes com aspirações semelhantes na produção de um curta-metragem, a comédia de situação intitulada Unfortunate. Seu primeiro contato com a SVA em 2015 sem dúvida serviu para criar um relacionamento com a instituição, e pode ter influenciado na sua aceitação para o curso de graduação em 2017.

Porém, mais do que isso, o sucesso de Bianca em assegurar uma vaga na faculdade se deve à construção de um portfólio de obras que ela apresentou à faculdade, demonstrando que ela já tinha interesse e experiência no assunto e precisava da orientação e aprimoramento da faculdade. Além de Unfortunate, fizeram parte de seu portfólio os curtas Zé Ninguém, produzido como parte do projeto Idade Mídia no Band; e The Juliet Paradox, um projeto pessoal escrito e dirigido por Bianca, gravado nas dependências do Colégio.

Para The Juliet Paradox, Bianca procurou conselhos e ajuda do professor Pedro Leão, da disciplina de Artes, na fase final do roteiro e para conseguir a permissão para gravar no Colégio durante o final de semana. Bianca teve aulas de Artes com o professor Pedro em 2013, quando cursava o 9º ano, nas quais estudou o começo da história do cinema e produziu dois outros curtas metragens com colegas de classe como parte dos exercícios de aula. Ela conta que as aulas do 9º despertaram nela o desejo latente de seguir essa carreira.

Segundo o professor Pedro Leão, a construção de portfólio é fundamental para quem quer seguir carreira nas artes, e deve começar o mais cedo possível. É um requisito que não faz parte da maioria das carreiras em outras áreas e é frequentemente esquecido pelos alunos, que começam a pensar nisso apenas no últimos anos do Ensino Médio. Foi pensando nisso e inspirado pelo caminho trilhado por Bianca, que o professor apoiou e orientou alunos do Ensino Médio com interesses semelhantes ao dela a organizarem o projeto CineBand, que acaba de ser aprovado pela diretoria e começará suas atividades em Março.

Como extensão das aulas sobre cinema no 9º ano, o projeto será aberto ao Ensino Médio, e visa juntar alunos focados em produção audiovisual para trabalharem em equipe na produção de obras para seus portfólios. O grupo deve se encontrar no Colégio aos sábados, e trabalhar em conjunto até o final do ano. Embora o projeto seja inteiramente encabeçado pelos alunos que o criaram (Alice Chiapetta, Carol Salem, Clara Hirata, Diego Hajjar, Guilherme Carvalho, Mariana Boger, Matheus de Almeida, Pedro Rosencrantz e Samuel Guterman), ele será acompanhado e assessorado pelo professor Leão.

Telas do Prof. Pedro Leão em exposição

Estão em exposição desde o final do 4º bimestre, na sala dos professores, três telas de autoria do professor Pedro Leão, do departamento de Artes do Band. Produzidas com uma variedade de materiais que vão da tinta a óleo à aquarela, as telas têm uma coisa em comum: a figura da atriz italo-brasileira Nydia Lícia 

Nascida em Trieste, na fronteira entre a Itália e a Áustria, Nydia mudou-se com a família para o Brasil na década de 30, aos 13 anos de idade, fugindo do crescente fascismo italiano. Anos depois, viria a trabalhar no Ministério da Cultura e, sob o comando de Pietro Maria Bardi, integraria o grupo de profissionais que fundou o MASP. Ainda no Museu, conheceu artistas do porte de Di Cavalcanti, Oswald de Andrade, Flávio de Carvalho, Aldemir Martins, Marcelo Grassmann, Lasar Segall e Tarsila do Amaral, entre muitos outros. Mas o contato com uma geração jovem de artistas de diversos meios a levou ao que viria a ser sua paixão profissional: o teatro. Nydia participou dos primeiros grupos profissionais de teatro no Brasil. 

Eram grupos compostos de pessoas que ganhavam a vida no palco, ao contrário do teatro feito até então por amadores, que tinham outros empregos fixos durante o dia e encaravam o teatro como um passatempo nas horas vagas. Grupos como o TBC (Teatro Brasileiro de Comédia) de Nydia estavam surgindo em muitas cidades grandes do país na época. E do encontro entre grupos de São Paulo e do Rio de Janeiro, Nydia conheceu o ator Sérgio Cardoso, que viria a ser seu marido. Juntos, fundaram a Compania Nydia Lícia – Sérgio Cardoso em um teatro no bairro da Bela Vista, em São Paulo. A Compania trabalhou com grandes atores da época como Cacilda Becker, Walmor Chagas e Maria Della Costa. O teatro da Compania é hoje conhecido como Teatro Sérgio Cardoso. O casal teve uma filha antes de se separar. Sérgio Cardoso morreu em 1972, quase dez anos antes de conhecer o primeiro de seus dois netos, Pedro Cardoso Leão, que hoje dá aulas de Arte no Band.

Já Nydia continuou a trabalhar no teatro por mais cerca de 40 anos, entre produções de teatro infantilparticipações na TV culturaou lecionando no Teatro Escola Célia Helena e na FAAP.  

Nydia Lícia faleceu há quase um ano, no dia 12 de Dezembro de 2015, aos 89 anos de idade. Além de sua intensa atuação nas artes, ela incentivava seus dois netos a trilharem seus próprios caminhos expressivos. Pedro interessou-se pelas artes plásticas, tornando-se professor do Band em 2012. Ele mantém até hoje seu ateliê na casa da avó. Seu irmão João desenvolve uma carreira como músico, tocando hoje na banda da cantora paulista Céu. Recebeu treinamento vocal da avó.  

A exposição marca esse período de um ano sem a atriz e comemora essa relação pessoal entre o professor Pedro e sua avó Nydia. As telas tomam como base para sua criação imagens do extenso arquivo de fotos de Nydia, assim como elementos de folhetos e programas das peças. As três telas representam as peças “A Raposa e as Uvas“, na qual Nydia aparece junto com Sérgio Cardoso; “Chá e Simpatia“, onde Pedro substitui o ator Jorge Fischer para colocar-se ao lado da avó ainda jovem; e “Entre Quatro Paredes“, na qual figuram Nydia, Sérgio e Cacilda Becker.  

As telas devem ficar na sala dos professores até o dia 21 de Dezembro. 

Exposição dos alunos no Memorial da América Latina: “Colores, Sabores y Ritmos”.

Entre os dias 24 de outubro e 4 de novembro, permaneceu no Memorial da América Latina a exposição de fotos Colores, Sabores y Ritmos: la poesia de los sentidos captada por jóvenes fotógrafos. A exposição apresentou 40 fotos de alunos do 8º ano do Colégio, selecionadas entre todas as turmas.

A parceria entre os departamentos de Artes e Espanhol e o Memorial começou em 2008 e o projeto já está em sua 8ª edição.

Pais e alunos prestigiam a exposição no Memorial da América Latina.

Pais e alunos prestigiam a exposição no Memorial da América Latina.

As turmas de 8º ano começaram a trabalhar no projeto no segundo bimestre do ano, lendo textos de autores de língua hispânica como Frederico Garcia Lorca, Gabriel Garcia Marquez, Gabriela Mistral, José Martí, Laura Esquivel, Pablo Neruda, Ruben Dario e Sór Juana Inés de la Cruz. Após trabalhar a compreensão dos textos nas aulas de Espanhol, os alunos produziram fotografias neles inspiradas, usando exercícios de criatividade nas aulas de Artes. O resultado abrange diversos tipos de fotografias, de imagens emotivas, familiares e pessoais; até imagens abstratas de uma leveza incomum para a idade dos fotógrafos.

As fotos dos alunos foram selecionadas pelos professores das duas disciplinas entre os meses de agosto e setembro, e a exposição foi montada para ser aberta no dia 24 de outubro. O ponto alto do projeto é a noite de abertura da exposição. Com as fotos já expostas na Biblioteca Victor Civita, no Memorial da América Latina, a exposição conta com um coquetel de abertura e entrega de certificados para os alunos selecionados. Nesse ano, o coquetel ficou a cargo da Lex’Rock Bakery, e a abertura teve a participação dos músicos do grupo Soprando Cordas.

Professores encabeçam a entrega dos certificados aos alunos no Memorial da América Latina.

Alunos recebem o certificado referente à participação na exposição.

 

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Coquetel de abertura produzido pela Lex’Rock Bakery.

Minibrownies para adoçar…

 

Um dos quitutes temáticos do coquetel: chips de banana da terra com agliatta.

Além do aprendizado nas duas matérias, o objetivo do evento é oferecer aos alunos uma experiência mais próxima à de uma exposição profissional, proporcionando um contato diferente com uma importante instituição cultural e valorizando o trabalho dos alunos ao levá-lo para além do espaço do Colégio.

A equipe da Biblioteca Victor Civita e do Memorial, por meio do trabalho de Fernando Gamba, tem acolhido o projeto com gosto desde seu início, sendo o Bandeirantes o único colégio que desenvolve esse projeto no Memorial. Pais e alunos reconhecem esta como uma experiência única, um privilégio do Band.

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Oficina de Fotografia tem corpo e liberdade como tema

Os alunos aprovados no processo seletivo da Oficina de Fotografia tiveram a oportunidade de discutir a respeito da adolescência por meio de imagens. A Oficina tem duração de um ano e, em sua sexta edição, o tema central explorado pelos alunos foi “Meu Corpo, Minhas Regras”. O projeto busca cultivar o desenvolvimento de relações mais respeitosas e, dessa forma, aprimorar o clima escolar.

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Os jovens são desafiados a produzirem imagens em diferentes situações, atuando ora como modelo, ora como fotógrafo. Além do psicodrama, ocorrem atividades tais como leitura de poesias, montagem de mini estúdios, grupos focais e trabalhos com artes plásticas.

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A partir de um estudo dos aspectos de um editorial e técnicas relacionadas a fotografias de moda, os estudantes produziram seus próprios editoriais de moda. Ademais, ao final deste projeto, os integrantes foram certificados como jovens fotógrafos.

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Ao final do ano, cada um dos grupos de alunos expôs seu editorial em uma passarela-palco de 30 metros de comprimento. Pais e até alunos de outras escolas vieram ao Bandeirantes para esta apresentação.

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“Acredito que Oficina cumpre seu papel de auxiliar os estudantes na reavaliação do papel do adolescente na contemporaneidade. Além disso, buscamos desenvolver um olhar para o universo imagético que faz o adolescente repensar posturas assumidas frente a assuntos tratados polêmicos. Por fim, vale ressaltar que a realização da Oficina foi pauta do Congresso de Psicodrama de 2016 ”, finalizou o coordenador Waldir Hernandes.